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2017 | JEP - Visita guiada a Terra d´Alva
2016 | JEP - Do Monte Pedral a Ramalde
2016 | No centenário da Avenida - Módulo Visitas-Guiadas
2016 | Casa Atelier José Marques da Silva no Roteiro Open House Porto
2016 | DIMS - Visita ao Pavilhão e Jardins do Palácio de Cristal
2015 | JEP - visita à Casa-Atelier
2015 | DIMS - Percurso pelos espaços imaginários e reais da Escola de Belas Artes do Porto
2014 | JEP - visita ao Palácio do Comércio
2014 | JEP - visita à Casa-Atelier
2014 | Dia Internacional dos Monumentos e Sítios
2013 | Jornadas Europeias do Património
2013 | Festa na Baixa
2012 | Outra história: outro Porto, outro Marques da Silva

2011 | Visita guiada em eléctrico de 1929
2010 | Vislumbres de um Passado/Caminhos do Presente
2009 | Ciclo Obra Aberta | visitas guiadas a obras edificadas pelo arquitecto Marques da Silva no Porto

 

 

 

 

 

Visita guiada a Terra d´Alva
Jornadas Europeias do Património 2017
23 de setembro, com Maria José Casanova
 


Quinta do Joanamigo

 

"(...) A conquista da clareza era para Alfredo Matos Ferreira um objectivo e uma qualidade imprescindível. Uma clareza que, nos projectos, advém da “adequação justa” entre programa, lugar, sistema construtivo e materiais, rigor de desenho e geometria, economia de meios, austeridade, relações espaciais, uso e capacidade de adaptação às vivências que o fluir do tempo encerra. Estas questões, presentes ao longo de toda a sua obra, realçam uma procura do essencial que lhe advinha da sua formação e da vivência e contacto com as gentes, a vida e a arquitectura em Trás-os-Montes. Porque, como costumava dizer, o Inquérito à Arquitectura Popular não foi para ele uma referência, ou um marco, porque tinha crescido e vivido dentro do Inquérito." (Maria José Casanova, in Roteiro de Viagem a Terra d´Alva)
 

Esta viagem-visita, parte ainda integrante do programa "Terra d´Alva", lançado em dezembro passado, assinala a participação da Fundação Marques da Silva nas Jornadas Europeias do Património, que, este ano, têm como tema "Património e Natureza". Segue um Roteiro desenhado a partir das obras projetadas por Alfredo Matos Ferreira para Barca de Alva e Urros. Passando pela Quinta do Joanamigo e da Canameira, pela casa da Barreira, mas com paragem na Casa dos Barrais, um passeio pelo Douro e uma visita à Capela de Santo Apolinário, dará a conhecer os traços distintivos de uma arquitectura encarada como meio de qualificação da vida, do território e do espaço, distanciada da valorização da imagem ou da forma que se reencontra no seu próprio reflexo (...), e assim evidenciar, como nos refere Maria José Casanova, a forma de pensar e, sobretudo (...) de Estar e Ser no mundo tão própria de Alfredo Matos Ferreira.

A visita, organizada pela Fundação Marques da Silva, conta com o apoio da família de Alfredo Matos Ferreira, dos proprietários da Quinta da Canameira e da Quinta da Barreira.  


Itinerário (consultar Roteiro)

7h00 – Saída do Porto (Pr. Marquês do Pombal, nº 44)
11h00 – Miradouro da Ponte rodoviária Barca de Alva / Vega de Terrón
11h30 - Quinta do Joanamigo
                    - Visita à Casa e às instalações agrícolas
                    - Almoço
                    - Visita ao Espigão da Raposa (optativo)
14h30 - Cais de Barca de Alva
                    - Café e Passeio de barco no Rio Douro
                    - Vista da Quinta da Canameira a partir do rio
16h30 – Urros
                   - Capela de Santo Apolinário
                   - Instalações agrícolas da Casa da Barreira
                   - Lanche na Casa dos Barrais
                   - Visita das Malhadas a partir do lugar da Capela de São Sebastião (optativo)
19h00 - Partida para o Porto (chegada prevista às 23h00)

Nota: tempo aproximado de chegada e/ou saída dos locais designados
 

Informações sobre a viagem
Número mínimo de 15 inscritos e um máximo de 25 participantes
É obrigatória a inscrição prévia (até dia 18 de setembro) através de preenchimento de formulário on line
Preço: € 50,00 por pessoa (transporte, almoço, passeio de barco e lanche incluído)
Forma de Pagamento: 50% no acto de inscrição e os restantes 50% até 18 de setembro através de transferência bancária para o NIB da FIMS: 0035 0651 00532844930 51, com envio de comprovativo para fims@reit.up.pt

 
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Programação Geral disponibilizada pela DGPC

 

Maria José Casanova é arquitecta (ESBAP, 1986). Docente da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto desde 1987, foi aluna e posteriormente assistente de Alfredo Matos Ferreira (1989-1992). Doutorou-se em Arquitectura com a tese “A extinção das Ordens Religiosas e os conventos do Porto: transformação, rupturas e continuidade”(FAUP, 2015). Actualmente é Professora co-regente da UC Projecto 3 do Curso de Mestrado Integrado (MIARQ) e co-coordenadora do Curso Livre “Arquitectura e Desenho - habitação plurifamiliar do Século XX”. Em simultâneo com a docência, exerceu prática profissional destacando-se, nessa actividade, os projectos de requalificação arquitectónica e urbana desenvolvidos com o arquitecto Manuel Botelho. Em co-autoria com o arquitecto Vítor Bastos, obtém, em 1997, o Prémio Municipal de Arquitectura da Câmara Municipal da Maia. Investigadora do Centro de Estudos de Arquitectura e Urbanismo/CEAU-Faup, integra o grupo de Investigação Arquitectura: Teoria, Projecto, História (ATPH).

 

 

 

 

 

Do Monte Pedral a Ramalde
Visita guiada com Eliseu Gonçalves e Maria Tavares
Jornadas Europeias do Património 2016 - 24 de Setembro, 10:30

 
 

Um percurso traçado entre o bairro do Monte de Pedral e o bairro de Ramalde, enquadrado e acompanhado pelos arquitetos Eliseu Gonçalves e Maria Tavares, assinala a já habitual participação da Fundação Marques da Silva nas Jornadas Europeia do Património que, em 2016, têm por tema “Comunidades e Culturas”. Uma proposta que imprime uma rotação do olhar sobre a cidade-monumento que o programa "No Centenário da Avenida da Cidade" tem vindo a promover, para a cidade periférica e social.

O objetivo deste itinerário passa assim pelo confronto de visões sobre a cidade social a partir da leitura de formas habitacionais distintas e por revelar os modos como a cidade periférica foi pensada ao longo do século XX articulando  a necessidade da habitação com a questão da transformação do território.  Entre a casa unifamiliar e o bloco multifamiliar será estabelecido o fio condutor de um enredo protagonizado pela habitação para o maior número que nos transportará dos modelos oitocentistas para o paradigma modernista. Neste sentido, a obra de alguns arquitetos representados na FIMS será abordada, particularmente Marques da Silva e Fernando Távora.

 

Visita gratuita, apenas sujeita a inscrição prévia para fims@reit.up.pt
Número mínimo de 15 inscritos e máximo de 45 participantes.
O ponto de encontro: Casa-Atelier José Marques da Silva, sita à Praça Marquês do Pombal, nº 44, às 10:30.

O percurso será realizado em transporte providenciado pela instituição.
 

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Notas Biográficas:

Eliseu Gonçalves é Professor Auxiliar na Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (FAUP) onde se licenciou em 1995. É doutorado pela FAUP (2015) com  tese sobre a habitação operária construída no Porto no primeiro terço do século passado. No âmbito dos seus interesses e investigação académica tem dado especial atenção à relação entre o projeto de Arquitetura e a Construção. Desde 2009 é membro integrado do grupo de investigação Atlas da Casa do Centro de Estudos de Arquitetura e Urbanismo CEAU/FAUP, integrando o Projeto I&D Mapa da Habitação.


Maria Tavares é Arquiteta, Professora auxiliar da Faculdade de Arquitetura e Artes da Universidade Lusíada Norte e Investigadora do grupo de investigação Atlas da Casa do Centro de Estudos de Arquitetura e Urbanismo, CEAU/FAUP, integrando o projeto I&D Mapa da Habitação. É doutorada em Arquitetura pela FAUP (2016), com desenvolvimento de investigação subordinada ao tema Habitações Económicas – Federação de Caixas de Previdência. Arquitectura e modos de atuação no exercício do projeto. As principais áreas de interesse, prendem-se com a habitação de âmbito económico, tendo publicado trabalhos sobre a temática, assim como participado em congressos e conferências nacionais e internacionais.

 

 

 

 

No Centenário da Avenida da Cidade
Módulo de Visitas Guiadas: Arquitetura da Avenida  | entre 21.05 e 2.07

 




O primeiro momento do programa desenvolvido No Centenário da Avenida da Cidade consta de um Módulo de Visitas Guiadas que decorre entre Maio e Julho. Com ele se pretende trazer ao debate a importância da conceção particular dos diferentes edifícios que estabeleceram a caraterização espacial do Centro Cívico do Porto, transformando um plano abstrato de intenções formais como foi o estudo de Barry Parker de 1915, numa cidade real ao serviço do povo. Foram os edifícios que, pela sua escala, material ou expressão, à medida que se foram construindo, fixaram o desenho concreto da Avenida de hoje. Nesse sentido, selecionaram-se 5 edifícios e convidaram-se 5 arquitectos para falar sobre o projecto e a obra, contextualizá-lo e, a partir do edifício, proporcionar um outro olhar para o conjunto urbano que consubstancia a Baixa portuense.
 

As visitas iniciam-se sempre às 10:30. O acesso é gratuito, apenas condicionado a inscrição prévia. As inscrições decorrem até 48 horas antes da visita, podendo encerrar mais cedo pelo preenchimento total das vagas.



CALENDÁRIO:


21 de maio - Companhia de Seguros A Nacional  (1919), com Carlos Machado. O projeto de Marques da Silva, que pretende integrar o edifício do Banco Inglês, abre a perspetiva da nova avenida, marcando a separação objetiva com a Praça da Liberdade e estabelecendo a escala das realizações que, em seu seguimento, definirão os alçados laterais da Avenida.
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28 de maio - Banco de Portugal (1918/1922), com Francisco Sousa Rio. Projeto elaborado por Ventura Terra em colaboração com José Teixeira Lopes. Edifício monumento pensado para qualificação da Praça da Liberdade, absorvendo o efeito de dignidade por integrar o primeiro núcleo de centralidade do Centro Cívico do Porto.
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4 de junho – Caixa Geral de Depósitos – Culturgest (1916/1931), com João Pardal Monteiro. Expressando um contra-projeto em relação às linhas dominantes que se foram instalando na Avenida, procura identificar-se como edifício singular representando os valores distintos de uma instituição de significado nacional.
O formulário de inscrição encontra-se disponível no seguinte link
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18 de junho - Edifício nº 156, integrado no Quarteirão VI (1927/1932), com André Camelo e Miguel Ribeiro. O projeto de fachadas de Marques da Silva procura encontrar um ritmo denso de progressão ao longo da Avenida, com a intenção de caracterizar o todo do espaço público, transformando-o na sala de visitas da cidade.
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2 de julho - Paços do Concelho (1916/1920), com Domingos Tavares. Projecto de Correia da Silva, o arquiteto municipal, apresenta-se como variante neo-barroca que compõe a parede de fundo da Avenida como visibilidade de referência para todo o burgo através do levantamento da torre, símbolo do poder municipal.
O formulário de inscrição no seguinte link
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Mais informações sobre o programa geral

 

 

Notas biográficas:

Carlos Machado nasceu no Porto em 12 de Agosto de 1956.
Concluiu o Curso de Arquitectura na Escola Superior de Belas Artes do Porto em 1987 e o Doutoramento em Arquitectura pela Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto em 2006. É docente da FAUP desde 1988.
Foi colaborador no escritório do arquitecto Eduardo Souto de Moura em 1990/91.
Enquanto profissional liberal projectou e construiu diversas obras publicadas, tendo sido premiado nos seguintes projectos: Arranjo do Largo do Cais, Soure (concurso, 1º prémio, 1986), Zona Desportiva e Recreativa de Santo Tirso (concurso, 2º prémio, 1987) e Três Residências de Estudantes do I.P. de Coimbra, em co-autoria com o Arq. João Álvaro Rocha (concurso, 2º prémio, 1991).
Participou em Congressos e Ciclos de Conferências sobre arquitectura e fotografia de arquitectura. Foi um dos organizadores do Ciclo de Conferências Discursos de Arquitectura realizado na ESPAP em 1990/1.
Publicou artigos sobre arquitectura e ensino da arquitectura em revistas, catálogos e monografias nacionais e internacionais.
Enquanto Professor Auxiliar lecciona as Unidades Curriculares "História da Arquitectura Contemporânea" (MIArq) e "Teoria da Arquitectura Contemporânea" (PDA).

 

Francisco Sousa Rio nasceu no Porto em 1971.
Concluiu o Curso de Arquitetura na Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto em 1996 e a Pós-graduação em Direito das Autarquias Locais na Faculdade de Direito da Universidade do Porto em 2003. Colabora com a Câmara Municipal do Porto (CMP) desde 1994.
Foi colaborador no escritório do arquiteto Francisco Machado Lima, entre 1987 e 1992, e no escritório do arquiteto Pedro Santarém Correia de 1996 a 1998.
Projetou e construiu diversas obras. Participou em Congressos e Ciclos de Conferências com comunicações e publicou artigos sobre arquitetura e construção.
Na CMP estagiou no Gabinete de Planeamento Urbanístico (1994/95), fez parte da equipa do Inventário do Património Arquitetónico do Porto (1998/99), trabalhou na Gestão Urbanística (1999/2005) e no Gabinete de Projetos (2005/2006). Desde 2006 desenvolve estratégias para a salvaguarda do património cultural da cidade.
A sua atividade tem-se centrado na investigação no âmbito do património arquitetónico, dedicando-se, por um lado à parecerística sobre intervenção em imóveis de interesse patrimonial, por outro à disseminação do conhecimento, quer através de visitas e percursos guiados pela cidade, quer através de reportagens gravadas para a televisão.
Enquanto colaborador da autarquia do Porto, em 2010 trabalhou no serviço de conservação do património do município de Bristol, Inglaterra.
A partir da edição de 2010 tem estado a seu cargo a organização do Prémio João de Almada para a recuperação do património arquitetónico da cidade do Porto.

 

 

João Pardal Monteiro nasceu em Lisboa, em 1954.
Forma-se em Arquitetura em 1979 e faz Pós-Graduação em Conservação e Recuperação de Edifícios e Monumentos em 1983 na ESBAL. Em 1983 inicia a docência na Faculdade de Arquitetura da UL, Doutorado pela mesma universidade em Dezembro 2012.
Inicia a atividade profissional em 1974 com Daciano Costa e continua na equipa Pardal Monteiro Arquitectos a partir de 1980. Obtém dezoito primeiros lugares em concursos públicos e tem uma significativa obra construída, destacando-se por exemplo o Campus do Instituto Superior Técnico no Tagus Park.
Atualmente preside à Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa

 


André Magalhães Camelo, nasceu no Porto em 1975.
Licenciou-se em 2001 pela Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, tendo sido bolseiro do programa Erasmus no Politécnico de Milão em 99/00. Concluiu pós-graduação em Reabilitação do Património Edificado pela Faculdade de Engenharia da UP em 2006, e pós-graduação em Gestão Imobiliária na Porto Business School da UP em 2012. Colaborou, entre outros, com os Arquitetos Adão da Fonseca, e Manuel Teles & Miguel Dias. Desenvolve atividade de profissional liberal desde 2003, e paralelamente exerce desde 2008 as funções de Arquiteto/Gestor de Empreendimento para a Empresa Afaplan, S.A. É sócio fundador da empresa CREA desde 2013.


Miguel Torres Ribeiro, nasceu no Porto em 1977.
Licenciou-se em 2001 pela Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, tendo sido bolseiro do programa Erasmus no Instituto Universitário de Veneza em 99/00. Foi como bolseiro da Fundação Cupertino Miranda que desenvolveu o seu estágio profissional no Centro de Estudos da Faculdade de Arquitectura, em 2000/01. Desde então, simultaneamente, colabora com o Atelier 15 Arquitectura Lda. e exerce a sua atividade como profissional liberal. Em 2006, conclui o curso de Avaliação Imobiliária, promovida pela Ordem dos Arquitectos. Atualmente, é também perito avaliador independente pelo Ministério das Finanças e sócio fundador da empresa CREA desde 2013.
 

Domingos Tavares, arquitecto pela Escola Superior de Belas Artes do Porto.
Professor emérito da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto. Foi Professor Convidado do Departamento de Arquitectura da Faculdade de Ciências. É actualmente Coordenador de Projeto de Investigação (Grupo Atlas da Casa) no Centro de Estudos de Arquitetura e Urbanismo da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto.
Membro efectivo da Ordem dos Arquitectos nº 637N.
Trabalhou como colaborador do arquiteto Fernando Távora em 1964 e 1965, dos arquitetos Jorge Gigante e Francisco Melo de 1967 a 1972 e dos arquitetos Alcino Soutinho e Rolando Torgo em 1972 e 1973. Em 1973 integrou a equipa Percy Johnson-Marshall / Costa Lobo para o Plano da Região do Porto.
É autor de diversos trabalhos de arquitectura, sendo a sua obra apresentada em várias exposições e publicações especializadas.
Publicou os livros “Da rua Formosa à Firmeza” (ESBAP, 1983), “Miguel Ângelo, a aprendizagem da arquitectura” (FAUP, 2002), “Francisco Farinhas, realismo moderno” (DAFNE, 2007), a colecção de “Sebentas de História da Arquitectura Moderna” (23 Vol. DAFNE, 2004/2014)  e “Casas de Brasileiro” (DAFNE, 2015).

 

 

 

 

Casa Atelier José Marques da Silva  no Roteiro Open House Porto


 

O Open House nasceu em Londres, há 23 anos, mas tem vindo a estender-se a um número crescente de cidades, entre as quais, o Porto, desde 2015. Esta iniciativa tem por objetivo divulgar e dar a conhecer a um público alargado o valor do património arquitetónico das comunidades participantes promovendo visitas e itinerários diversificados.

 

Este ano, o roteiro do Open House Porto, comissariado por Jorge Figueira e Carlos Machado e Moura, reúne um conjunto de 51 edifícios entre Porto, Gaia e Matosinhos, num percurso que integra "lugares privados de instituições reconhecidas, uma viagem por arquiteturas esquecidas e a revisitação da casa burguesa do princípio do século XX e da habitação de cariz social surgida após a revolução de 25 de Abril de 1974."

 

A Fundação Marques da Silva associa-se a esta iniciativa abrindo as portas da Casa-Atelier José Marques da Silva. Inserida no conjunto de espaços a visitar no Porto Oriente, estará acessível nos dois dias do evento:
 

- 18 de junho, entre as 16:00 e as 18:00
com visita guiada por Alexandre Alves Costa às 15:00
- 19 de junho, entre as 10:00 e as 18:00
com visita guiada por Paula Abrunhosa às 15:00


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 Visita ao Pavilhão e Jardins do Palácio de Cristal
Com: José Carlos Loureiro, José Pedro Sarmento e Teresa Marques
DIMS 2016 - 18 de abril - 16:00
Inscrições entre 7 e 16 de abril de 2016
 


Interior do Pavilhão dos Desportos, fotografia de Teófilo Rego (?), s.d.

 

O Pavilhão dos Desportos do Palácio de Cristal, posteriormente designado Pavilhão Rosa Mota, foi a resposta de um jovem arquiteto de 27 anos, José Carlos Loureiro, ao desafio de construir um equipamento desportivo, multifuncional, capaz de albergar o Campeonato do Mundo de Hóquei a realizar em 1952. Assim aconteceu, ainda com o Pavilhão inacabado e Portugal viria a sagrar-se campeão de uma modalidade então altamente popular.
 

O percurso agora proposto para assinalar a participação da Fundação Marques da Silva na edição de 2016 do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, que tem por tema "Desporto, um património comum", pretende articular três leituras deste espaço, icónico na imagem da cidade, unindo para esse fim o autor do projeto, o Arquiteto José Carlos Loureiro, um Professor da Faculdade de Desporto da UP, ex-jogador de Hóquei em Patins, responsável pelo Pavilhão Rosa Mota entre 1996-2000 e atualmente Presidente do Académico Futebol Clube, José Pedro Sarmento, e uma Professora da Faculdade de Ciências da UP, Arquiteta Paisagista que tem vindo a dedicar-se à investigação da história do Palácio de Cristal, em particular na perspetiva dos seus jardins, Teresa Marques.
 

A visita inicia-se às 16:00 e terá uma duração máxima de duas horas. É de acesso livre encontrando-se apenas limitada ao número máximo de 30 participantes.

As incrições encontram-se abertas entre 7 e 16 de abril e devem ser dirigidas para o email fims@reit.up.pt ou realizadas através do telefone 22 5518557.


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Álbum e síntese da visita guiada

 

 

 

 

 

 

 

Visita à Casa-Atelier José Marques da Silva
JEP 2015 | 26 de setembro

 


Fotografia interior da Casa-Atelier José Marques da Silva, fotografia de João Ferrand

 

"Nos edifícios, nas cidades ou no território sempre humanizado, a arquitectura dos próximos anos será marcada pela prática da recuperação. Recuperação e criação serão complemento e não especialidades passíveis de tratamentos autónomos.
Não duvidamos que um verdadeiro projecto integrado de desenvolvimento passa por manter vivo e presente o passado visitável, sobretudo aquele que mantém potencialidades de reutilização social, o que não exclui a importância simbólica e mítica do monumento silencioso. (...)
Temos a consciência clara de que cada projecto usa o real, que contém o seu passado e o futuro desejado, encontrando a regra, a sua, a partir do existente, caso a caso e sempre legível em cada obra"

(in Atelier 15, Proposta para a elaboração do porjecto de recuperação da Casa-Atelier Marques da Silva, no Porto, 2013)

  

A visita à Casa-Atelier *, no dia 26 de setembro, integrada no programa das Jornadas Europeias do Património, constitui a oportunidade de revisitar o espaço, concluídas as obras de recuperação projetadas pelo Atelier 15. Na companhia dos arquitetos Alexandre Alves Costa, Sergio Fernandez e Miguel Ribeiro, entre leituras e performances de dança e música, será possível deambular pela Casa-Atelier e sentir o fluir da historia, caminhar entre o passado nela contido e o futuro que se deseja.
 

Entrada livre, sujeita à lotação do espaço
Início: 16h00


*Ler texto introdutório a visita guiada, lido por Alexandre Alves Costa
 

Mais informações
 

 

 

 

 

Percurso pelos espaços imaginários e reais da Escola de Belas-Artes do Porto: Projetos a partir de Marques da Silva (1915-2015) | Dia Internacional dos Monumentos e Sítios 2015

 

"Conhecer, Explorar, Partilhar" foi o tema proposto para o DIMS 2015, comemorado a 18 de abril. Com o “Percurso pelos espaços imaginários e reais da escola de Belas Artes do Porto”, guiado pelo arq.to Gonçalo Canto Moniz e tendo por mote os 100 anos passados sobre o primeiro projeto de Marques da Silva para a Escola de Belas Artes do Porto, a BPMP e a FBAUP, a convite da FIMS, abriram as suas portas. A visita tornou-se ocasião e pretexto para falar dos espaços, da sua forma e função, revelando as memórias que encerram, os programas e contextos a que deram resposta, os nomes de quem os foi moldando e (re)construindo. 
 

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 Visita ao Palácio do Comércio, por Maria do Carmo Pires e Rita Figueira
JEP 2014 | 27 de setembro

 
fotografia: cortesia de José Miguel Rodrigues
 

No dia 27 de setembro, a concluir a participação da FIMS nas Jornadas Europeias do Património, foi possível regressar a uma das obras de arquitetura de referência do atelier Maria José e David Moreira da Silva e visitar de novo o Palácio de Comércio, um edifício a redescobrir pela sua capacidade de surpreender, pelo seu valor construtivo e identitário, que o distanciamento dos anos tem vindo a tornar cada vez mais visível. A visita foi conduzida por Maria do Carmo Pires e Rita Figueira.

 

Desdobrável da visita ao Palácio do Comércio

 

 

 

Visita à Casa-Atelier de Marques da Silva, por Alexandre Alves Costa
JEP 2014 | 26 de setembro

 

A propósito das Jornadas Europeias do Património 2014, a Fundação Marques da Silva promoveu uma visita à Casa-Atelier de Marques da Silva. A quem participou foi possível seguir o olhar do Professor Alexandre Alves Costa e responder aos desafios por ele lançados, para encontrar novas interpretações para o espaço.

 

Desdobrável da visita à Casa-Atelier

 

 

 

Dia Internacional dos Monumentos e Sítios 2014 | Lugares de Memória

A Fundação Marques da Silva associa-se às comemorações do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios através da realização de duas visitas guiadas a edifícios multifuncionais com características singulares no cenário urbano do Porto: o "Parnaso", da autoria de José Carlos Loureiro, e o "Palácio do Comércio", de Maria José e David Moreira da Silva.


Programa

16.04 – 18h00 | Edifício Parnaso
Início de projeto: 1954 | Inauguração: 1958

O edifício Parnaso, bloco situado na Rua de Oliveira Monteiro e na Rua Nossa Senhora de Fátima, no Porto, nasceu da encomenda feita pelo músico Fernando Correia de Oliveira e destinava-se a habitação, comércio e acolhimento da Escola de Música Parnaso. Projetado em 1954, o edifício revela um domínio exemplar da linguagem modernista e uma capacidade modelar de adaptação ao contexto urbanístico onde se insere. A qualidade do projeto atribui-lhe um estatuto de referência reconhecido em 2013, com a classificação pelo IGESPAR em Monumento de Interesse Público.

A visita inicia-se com uma apresentação da obra seguida de percurso pelo edifício na companhia do arquiteto José Carlos Loureiro, autor do projeto, e do arquiteto Luís Pinheiro Loureiro, colaborador do Gabinete Galp e doutorando da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto.

Ponto de encontro: junto à entrada da antiga Escola de Música, na rua Nossa Senhora de Fátima, às 18h00
 

Desdobrável


17.04 – 10h00 | Visita guiada ao Edifício Palácio do Comércio

Início de projeto: 1940 | Inauguração: 1954

Edifício-quarteirão, o Palácio do Comércio resultou da encomenda feita a David Moreira da Silva e Maria José Marques da Silva Martins por Delfim Ferreira, em 1940. Delimitado pelas ruas de Sá da Bandeira, Fernandes Tomás, Firmeza e Bolhão, num território urbano que a Câmara do Porto tentava redesenhar desde a década de vinte do século XX, constituía a resposta a um programa multifuncional, destinado a comércio, serviços e habitação. Concluído em 1954 apresenta uma arquitetura sólida, de carácter monumental, definidora da paisagem da cidade, com a plena ocupação funcional e formal do espaço a validar a sua qualidade projetual e construtiva. O imóvel tem vindo a beneficiar de intervenções de manutenção e requalificação.
Depois de uma contextualização histórica, a cargo da drª Maria do Carmo Pires, seguir-se-á a visita ao edifício, conduzida pela arq.ta Rita Figueira.
Ponto de encontro: junto à entrada nº 760, na rua Fernandes Tomás, às 10h00.
 

Desdobrável

 

As visitas são de acesso gratuito, condicionadas a um número máximo de 40 participantes.
Inscrição prévia obrigatória através de contacto telefónico [22 5518557] ou email [fims@reit.up.pt].

 

Consultar Cartaz FIMS

Consultar Cartaz IGESPAR

 

 

 

 Jornadas Europeias do Património 2013

 

 
 

As Jornadas Europeias do Património são uma iniciativa anual do Conselho da Europa e da União Europeia que tem como objectivo sensibilizar os cidadãos para a importância da protecção do Património. LUGARES é o tema definidor do programa de atividades proposto para 2013 e pretende destacar a importância de espaços e paisagens – urbanos e não urbanos – com os quais estabelecemos uma relação de proximidade.
 

A participação da Fundação Marques da Silva foi assinalada com duas visitas guiadas

 

Dia 20 de setembro - 11h30
Rua Alexandre Braga, nº 94, Porto

 

Visita orientada pelo arq. Nuno Valentim ao edifício projetado por José Marques da Silva, em 1925, na Rua Alexandre Braga, no Porto. Reabilitado em 2012, foi um dos primeiros a utilizar, no contexto da habitação portuense, o betão armado como parte integrante do seu sistema construtivo.
 

Duração aproximada: 1h
Participantes: mínimo - 5 | máximo - 15
Ver folheto de apoio

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Dia 21 de setembro - 10h00
Quinta da Conceição, Matosinhos

 

Visita orientada pelo arq. Carlos Machado ao Parque Municipal Quinta da Conceição, lugar a apreciar numa perspetiva histórica, arquitetónica e paisagística. Entre as obras mais conhecidas destacam-se o Pavilhão de Ténis (1957), de Fernando Távora, e a Piscina de Siza Vieira (1958).
 

Duração aproximada: 2h
Início: Entrada Norte - Pátio vermelho
Participantes: mínimo - 10 | máximo - 25
Sugestão: trazer máquina fotográfica
Ver folheto de apoio

 

As visitas foram de entrada livre, sujeitas a marcação prévia

Inscrições: fims@reit.up.pt | 22 5518557

 

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Festa na Baixa 2013

 

 

 

Viagens Guiadas | linha 22 a linha de Marques da Silva

Lançamento e promoção de um programa de viagens guiadas pela Linha 22, a bordo de um carro elétrico pertencente à coleção do Museu, construído em 1929 e restaurado ao estado original, que prevê a apresentação das várias obras projetadas pelo arquiteto Marques da Silva localizadas ao longo do circuito a percorrer.

Destinatários: todos os públicos
Local de partida: Paragem do Carro Elétrico no Carmo
Data: 22, 23 , 24 e 25 de maio
Horário: 17h00 (obrigatória marcação prévias, até às 18h00 do dia anterior)
Duração: 1h30 aprox.
Limite: Grupos: min 20 max 28 pessoas
Preço: 5,00 €
Marcação prévia: 22 5518557 | fims@reit.up.pt
Organização:  Fundação Marques da Silva  | https://fims.up.pt
                          Museu do Carro Eléctrico | http://www.museudocarroelectrico.pt


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Outra história: outro Porto, outro Marques da Silva

 

 Pormenor de mapa da cidade do Porto

 

Revisitar a obra de Marques da Silva como efetivação de modernidade projetual foi a proposta de Rui Jorge Garcia Ramos para a visita guiada à obra de Marques da Silva, localizada no Porto, entre o café Majestic e o café Aviz. 

A visita, organizada em parceria com o Clube Unesco da cidade do Porto, decorreu no dia 16 de junho de 2012.

 

 

Texto de apoio

Roteiro

Imagens do evento:

 

 

 

 

 Visita guiada em eléctrico de 1929

 

 

No dia 18 de Maio de 2011, a assinalar o Dia Internacional dos Museus, a Fundação Marques da Silva e o Museu do Carro Eléctrico ofereceram a possibilidade de percorrer a «Linha 22, a Linha Marques da Silva» no carro eléctrico nº 191. Trata-se de um veículo construído em 1929 e restaurado ao estado original.

 

A visita, de acesso gratuito e com lotação limitada a 28 lugares sentados, realizou-se mediante marcação prévia e foi orientada pelo Prof. Doutor António Cardoso.

 

Duração: 1h30

Saída: Paragem do Carmo / 10h30 e 15h00

 

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 Vislumbres de um Passado/Caminhos do Presente (Maio de 2010)

 

 

 

 

 

 

 

Ciclo Obra Aberta | visitas guiadas a obras edificadas pelo arquitecto Marques da Silva no Porto 

 

No âmbito do lançamento do Mapa de Arquitectura "José Marques da Silva", a Ordem dos Arquitectos - Secção Regional Norte, OASRN, com a colaboração da FIMS, organizou entre Outubro e Dezembro de 2009 o Ciclo "Obra Aberta" com 5 visitas guiadas a obras do Arquitecto José Marques da Silva na cidade do Porto, orientadas pelos arquitectos Tasso de Sousa, Luís Soares Carneiro, Luís Aguiar Branco, Gonçalo Canto Moniz, Manuel Sá, Rui Ramos, André Tavares e o historiador Rui Tavares.

 

Todas as informações sobre o programa em: http://www.oasrn.org/cultura.php?id=164

 

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