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2017 - Octávio Lixa Filgueiras: Habitat da modernidade

2017 - No centenário da Avenida | Exposição Virtual

2016 - “‘Terra d’Alva’, sobre trabalhos de Alfredo Matos Ferreira”

2015 - josé carlos loureiro, arquitecto | Homenagem 90 anos

2015 - Homenagem a Alcino Soutinho

2014 - MAIS QUE O SONHO DA PASSAGEM: a propósito dos 150 anos de Veloso Salgado

2013 - "Fernando Távora ´Uma porta pode ser um romance`"

2013 - Ao alcance de uma mão: apontamentos da coleção de escultura do arquiteto Marques da Silva

2012 - Marques da Silva: imagens e memórias

2012 - Fernando Távora Modernidade Permanente

2012 - Espaços de Luz e Sombra - Exposição de Fotografia e Instalação


 

 

 

 

2017 - Octávio Lixa Filgueiras: Habitat da modernidade
Comissários: Gonçalo Canto Moniz e Nelson Mota
18 de abril a 30 de junho de 2017
 

 

 ... conhecer para compreender (...) Para muitos o arquitecto é o que faz; para uns tantos, o arquitecto também pensa; para os que sabem, o arquitecto, para realizar-se tem de saber fazer e, ao mesmo tempo, conhecer as coisas, e os homens, e o mundo, e a vida...


Octávio Lixa Filgueiras, Da Função Social do Arquitecto, 1985, p.16

 


 

A exposição Octávio Lixa Filgueiras: Habitat da Modernidade, comissariada por Gonçalo Canto Moniz e Nelson Mota, centra-se na questão do ‘habitat’ e na transversalidade e problematização desta questão em diferentes facetas do percurso do arquiteto Octávio Lixa Filgueiras, ao mesmo tempo que anuncia a importância do acervo mostrando alguma da documentação que o compõe.


Está construída com base em 8 módulos: C.O.D.A. (Concurso para Obtenção do Diploma de Arquiteto); C.I.A.M. (Congressos Internacionais sobre Arquitetura Moderna); Da função social do Arquiteto (livro publicado – tese de agregação); Arquiteto, etnólogo e arqueólogo (outros interesses traduzidos numa selecção de títulos publicados); Arquitetura Analítica I e II (disciplina leccionada na ESBAP, no âmbito da qual se realizaram os Inquéritos Urbanos, tendo por base a ligação da arquitetura às questões sociais e humanas); Depoimentos (conjunto de testemunhos de arquitetos que com ele se cruzaram: na Escola, no Inquérito, no atelier; na Escola, gravados em vídeo por Luís Urbano: Carlos Carvalho Dias, Alexandre Alves Costa, Álvaro Meireles, Margarida Coelho, Manuel Fernandes de Sá, Manuel Mendes e Carlos Guimarães); Sobre a Escola (reflexões sobre o papel e a metodologia defendida para a formação do arquiteto).

 

Abertura ao público:

- Terça a Sexta-feira, entre as 14h30 e as 17h30.
Aceitam-se marcações para outros horários, através do email fims@reit.up.pt.
 

PROGRAMAÇÃO PARALELA:

Visitas Guiadas
, por Gonçalo Canto Moniz:

- 6 de maio (ver album)
- 3 de junho (ver album)

Início às 16h00. Participação condicionada a inscrição prévia por email (fims@reit.up.pt) ou contacto telefónico (22 5518557).
 

Conversas, moderadas por Gonçalo Canto Moniz e Nelson Mota


Estas converas pretendem ser um contributo para uma reflexão crítica sobre dois temas centrais no percurso de Octávio Lixa Filgueiras e da Arquitectura Portuguesa: a função social do arquiteto e o habitat da modernidade.

- Conversa #1| 26 de maio | Tema: Da Função Social do Arquiteto
Com: Ana Tostões, Eduardo Fernandes, Pedro Bandeira e Raquel Paulino

Em 1962, Octávio Lixa Filgueiras publicou a tese que serviu de base à prova de agregação à Escola de Belas-Artes do Porto, Da função social do arquitecto: para uma teoria da responsabilidade numa época de encruzilhada. Mais de duas décadas depois, em 1985, era lançada a segunda edição, com prefácio de Pedro Vieira de Almeida. E daqui se retirou o mote para um primeiro encontro.

Sobre os convidados:
Ana Tostões tem realizado um conjunto de projectos de investigação sobre a arquitectura moderna portuguesa, nomeadamente, o livro Verdes Anos na Arquitectura Portuguesa dos anos 50 (FAUP, 1995) e Idade Maior: Cultura e tecnologia na arquitectura moderna portuguesa (FAUP, 2014). Neles enquadra o contributo de OLF para o debate nos congressos CIAM e para o Inquérito à Arquitectura Popular, a partir de uma outra atitude perante a profissão e a arquitectura: o papel social do arquitecto.

Raquel Paulino, em ESBAP|FAUP. O Ensino da Arquitetura na ‘Escola do Porto’. Construção de um Projeto Pedagógico entre 1969 e 1984 (FAUP, 2013) abordou o quotidiano da Escola do Porto nos anos 1970, e, consequentemente o papel do professor Octávio Lixa Filgueiras na construção de um projecto pedagógico de escola em dois momentos paradigmáticos: 1970 e 1974.

Pedro Bandeira organizou recentemente, em Guimarães, a exposição Escola do Porto, Lado B - Uma história oral (1968 — 1978) (2014), onde mapeou as culturas alternativas que emergiram na ESBAP nos anos 1960 e 1970, para as quais OLF contribuiu com a sua disciplina Arquitectura Analítica.

Eduardo Fernandes realizou investigação sobre a relação entre a Escola do Porto e o atelier no período que medeia os anos 1940 e os anos 1980. Em A escolha do Porto : contributos para a actualização de uma ideia de escola (UM, 2011), aprofundou o papel de Octávio Lixa Filgueiras enquanto aluno e professor, dando especial relevo à sua CODA: Urbanismo: um tema rural.
 

Ver Síntese da sessão | Ver registo fotográfico



- Conversa #2 | 26 de junho | Tema: o Habitat da Modernidade
Com: Bruno Gil, Edite Rosa, Jorge Figueira, Maria Helena Maia e Pedro Baía
 

Sobre os convidados:
Bruno Gil, na sua tese “Culturas de Investigação em Arquitectura. Linhas de Pensamento nos Centros de Investigação 1945-1974” (2017), integra o contributo de OLF nos anos 60.

Edite Rosa é autora da tese de doutoramento sobre o grupo ODAM – Organização dos Arquitectos Moderno, que Octávio Lixa Filgueiras integra, “ODAM: Valores modernos e a confrontação com a realidade produtiva” (2005).

Jorge Figueira, nos livros de sua autoria “Escola do Porto, um mapa crítico”  e “A Periferia Perfeita: pós-Modernidade na arquitetura portuguesa, anos 60 - anos 80” (2009), problematiza a cultura arquitetónica portuguesa a partir dos anos 60.

Maria Helena Maia, Diretora do Centro de Estudos Arnaldo Araújo, tem realizado investigação sobre a arquitetura moderna em Portugal, nomeadamente através do projecto “Arquitectura Popular em Portugal. Uma Leitura Crítica”.

Pedro Baía, desenvolveu no âmbito da sua tese investigação sobre o TEAM 10 – “Da Recepção à Transmissão: Reflexos do Team 10 na Cultura Arquitectónica Portuguesa 1951-1981” (2014).
 

A entrada é livre, apenas sujeita à lotação do espaço.
 

Ver Desdobravel com textos de enquadramento
Ver Cartaz
Ver álbum fotográfico da abertura
Ver vídeo

 

Esta iniciativa insere-se no programa gizado para assinalar a doação do acervo de Octávio Lixa Filgueiras à Fundação Marques da Silva e conta com o apoio da Faculdade de Arquitetura da UP, do Departamento de Arquitetura da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, da Escola de Arquitetura da Universidade do Minho, do Centro de Estudos Arnaldo Araújo da Escola Artística do Porto e da Secção Regional Norte da Ordem dos Arquitectos.
 

+ info

 

 

 

 

 

 


No Centenário da Avenida da Cidade |  Exposição Virtual
Lançamento a 31 de janeiro, na Sala do Fundo Antigo da Reitoria da UP


http://nocentenariodaavenida.up.pt/

 

A 31 de janeiro, data com particular significado no contexto da cidade e da afirmação do republicanismo em Portugal, cumpriu-se o ano inaugurado com a sessão A Primeira Pedra. Dois motivos a justificar a escolha dessa a data para a sessão de apresentação e abertura da Exposição Virtual que conclui o programa Centenário da Avenida dos Aliados.
 

A nova plataforma, construída sob a orientação científica de Clara Vale e com o apoio da TVU. Universidade do Porto, revisita os últimos 100 anos da Avenida e conta a história da sua construção confrontando registos documentais diversos - planos, projetos, fotografias ou postais - com a cidade do presente. Aliás, num convite a percorrer o espaço físico, tem associado um QR Code que permite a sua visualização a partir de dispositivos móveis.
 

A Exposição congrega ainda os textos de Domingos Tavares, A Cidade Nova, e de Clara Pimenta do Vale, Entre o Projeto e a Realidade, assim como uma memória cinematográfica e fotográfica e uma extensão a toda uma série de instituições e projetos que permitem complementar a informação agora disponibilizada.
 

Por fim, porque se trata de um projeto em permanente atualização, que nasce de uma partilha de vontades e a todos se dirige, lança um convite à participação geral. Visite, explore, partilhe, contribua!

 

Ver Vídeo da sessão de apresentação

 

 

 

 

 

 

 

 

"Terra d´Alva, sobre os trabalhos de Alfredo Matos Ferreira em Urros
[exposição-instalação, módulo 1]

Conceção e Coordenação Manuel Mendes

 
 

 

“Terra d’Alva, sobre trabalhos de Alfredo Matos Ferreira” foi pensada mais como um gesto-instalação que propriamente uma exposição – assinalar a decisão dos seus herdeiros em doar o seu arquivo profissional e, simultaneamente, a edição de “Memória”, livro que reúne o que o seu autor entendeu por oportuno partilhar com a comunidade sobre o curso do seu exercício de arquiteto cidadão.

No processo da arquitetura portuguesa do século XX, Alfredo Matos Ferreira é alguém particularmente citado num círculo de proximidade, mas seguramente (re)conhecido no quase apagamento da originalidade dos seus contributos a tal processo. (Re)conhecimento que habitualmente se projeta pela casa que em 1962 construiu numa das suas terras, na Quinta do Joanamigo, em Barca d’Alva; uma casa habitualmente referenciada pelo que colhe, pelo que faz evoluir dos resultados “Inquérito à Arquitectura Popular em Portugal”.

Na atmosfera de aparato, marca da casa-atelier Marques da Silva, na teatralidade dos seus dispositivos de distribuição, na economia dos seus compartimentos, procura-se sugerir, através de documentação de projeto e/ou processo projetual, que a lição de Alfredo Matos Ferreira, reflexo das suas origens, reflexo da sua história de vida, se deve a propósito de domesticação mansa da natureza que delicada e insistentemente movimenta à sombra de Alvar Aalto ou da experiência italiana que conhece, sobretudo, através da “Domus” dos anos 50 e 60.
A instalação modela-se na interseção de dois cursos: um, reúne estações sinalizadas por letras, respeitante a aspectos da história de vida de A. Matos Ferreira; o outro, núcleos sinalizados por números, relativo a trabalhos por si realizados em Urros e Barca d’Alva.

(Manuel Mendes)

 

 

20 a 22 de dezembro | 10 de janeiro a 10 de fevereiro de 2017
de 3ª a 5ª feira, das 14:30 às 17:30
 

Visitas Guiadas por Manuel Mendes: 14 de janeiro e 4 de fevereiro
 

Encerramento: 13 de fevereiro de 2017, com lançamento do livro "Memória"
 

Ver Roteiro da Exposição

Ver lista de obras

Ver álbum da abertura

Ver Vídeo abertura
 

Sobre o Acervo de Alfredo Matos Ferreira

 

 

 

 

 

 

josé carlos loureiro, arquitecto | Homenagem 90 anos
2 dezembro 2015 a 31 janeiro 2016
Galeria da Faculdade de Arquitectura da UP

 

A componente expositiva da homenagem a José Carlos Loureiro incide sobre três obras projetadas entre 1949 e 1966, em resposta a programas e escalas diversos: a casa do próprio arquitecto, em Valbom, e o Edifício Parnaso e o Hotel D. Henrique, no Porto. O espaço físico encontra-se dominado pela voz e presença de J. Carlos Loureiro, captadas na entrevista produzida por Luis Urbano e Bruno Nacarato, a envolver as fotografias de Juan Rodríguez e as maquetas executadas por Diogo Rosa, João Nascimento e Raúl Fontes.

 

Concebida por Nuno Brandão Costa e Luís Pinheiro Loureiro, prolonga-se ainda através dos textos críticos de Carlos Machado, Jorge Figueira e Nuno Grande, publicados numa brochura oferecida em versão impressa durante a sessão do dia 2 de dezembro, onde se inclui igualmente uma nota preambular do Comissário do programa de homenagem, Alexandre Alves Costa.
 

Com a disponibilização dos textos para consulta virtual renova-se o convite para uma visita à exposição que se manterá patente ao público, na Galeria da FAUP até 31 de janeiro de 2016, de segunda a sexta-feira, entre as 9h00 e as 19h00. Entrada livre.

 

 

 

 

 

Homenagem a Alcinho Soutinho
Exposição | Castelo de Cerveira
18 de julho a 19 de setembro de 2015

 



A XVIII Bienal Internacional de Arte de Vila Nova de Cerveira vai homenagear Alcino Soutinho expondo a memória do projeto desenvolvido nos anos 70 por este Arquiteto para a transformação da Cidadela e do antigo aglomerado de Vila Nova de Cerveira na Pousada D. Dinis. A obra viria a ser inagurada em 1982, tendo sido distinguida nesse mesmo ano com o Prémio Europa Nostra. Em 2008 seria, contudo, ditado o encerramento, sucedendo-se anos de indecisão quanto a uma desejada reativação ou reconversão do espaço.

Com curadoria da Arquiteta Andrea Soutinho e o apoio da Fundação Marques da Silva, a presente exposição, a ter lugar no próprio local, para além de homenagear a figura e obra de Alcino Soutinho, pretende chamar a atenção para a necessidade de as autoridades competentes considerarem a integração mais objetiva do futuro do Castelo, imóvel classificado de Interesse Público desde 1974, nos destinos de Vila Nova de Cerveira e na dinâmica em torno das Artes que a tem singularizado.

Para dar a conhecer o projeto e o conceito subjacente à intervenção projetual aí realizada, serão apresentados alguns dos desenhos mais relevantes, quer ao nível arquitetónico, quer ao nível da decoração, bem como um conjunto de fotografias realizadas em1971 e algumas peças de design desenhadas especificamente para a Pousada que, como refere Andrea Soutinho, "milagrosamente, conseguiram sobreviver".

A inauguração está agendada para as 17h00 do dia 18 de julho, mantendo-se aberta ao público até ao final desta edição da Bienal que tem como tema "Olhar o passado para construir o futuro".

XVIII Bienal de Cerveira: Briefing e Cartaz 

 


 

 

 

 

MAIS QUE O SONHO DA PASSAGEM: a propósito dos 150 anos de Veloso Salgado
Exposição | Galeria dos Leões e Galeria A Loja
Roteiro de Visitas Guiadas
7 a 28 de novembro

 



1889, Paris. Na capital francesa, Veloso Salgado (1864-1945), Marques da Silva (1869-1947) e Teixeira Lopes (1866-1942) - pintor, arquiteto e escultor - iniciaram uma ligação de amizade e cumplicidade artística que nunca deixaram de nostalgicamente manter e recordar ao longo das suas vidas. Foi um tempo de viagem, de experiência e intenso convívio, com as expectativas projetadas num desejado futuro de artistas; um tempo, como diria Fernando Pessoa, a conter Mais que o sonho da passagem.

As pinturas de Veloso Salgado que servem de ponto de partida a este projeto expositivo, materializado dentro e fora dos limites da Galeria dos Leões, são o pretexto e o convite para redescobrir e reinterpretar o sentido e o percurso da obra deste pintor, sublinhando o seu encontro com esta cidade e, em particular, com Marques da Silva e Teixeira Lopes.
 

O projeto, para além do espaço expositivo da Galeria dos Leões, onde é dado a conhecer o conjunto de obras de Veloso Salgado da Fundação Marques da Silva e um estudo preparatório do Retrato a Teixeira Lopes, pertencente à Casa Museu Almeida Moreira, contempla um prolongamento na Galeria A Loja, situada na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, local onde se encontra exposto o Livro de Actas que regista o agradecimento de Veloso Salgado à Academia Portuense pela atribuição de título de Académico de Mérito.
 

Consultar o Roteiro de Visitas Guiadas
Ver poema de Fernando Pessoa: Viajar! Perder países!

Ver vídeo realizado pela TVU da inauguração da exposição e do roteiro

 

Esta iniciativa, de comemoração do 150.º aniversário do pintor Veloso Salgado, foi coorganizada pela Fundação Marques da Silva, pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto e pelo  Museu Nacional Soares dos Reis. A ela se associaram a Reitoria da Universidade do Porto, Casa Museu Teixeira Lopes, Biblioteca Pública e Municipal do Porto, o  Palácio da Bolsa e o Museu Almeida Moreira. A orientação cientifica é de Artur Vasconcelos.
 

 

 

 

"Fernando Távora ´Uma porta pode ser um romance`"

 


 

junho a setembro de 2013

 

Com a apresentação-instalação "Fernando Távora ´Uma porta pode ser um romance`", sobre o arquivo documental de Fernando Távora, nos edifícios sede da Fundação Marques da Silva, inicia-se a componente exposição do ciclo Figura Eminente U. Porto - 2013: Fernando Távora.

No contexto espacial dos prédios legados pela família Marques da Silva visa-se uma aproximação à diversidade e unidade de um arquivo de documentação de arquitetura através de passagens de um curso de vida, marca(s) de um fazer-se pessoa (e) arquiteto, tomando como motivo próximo (os) livros de Fernando Távora - o objeto, a leitura, a notação, a coleção, a escrita - projeto-de-escrita.
 

A abertura está marcada para o dia 4 de junho, pelas 18h30.

Entrada livre - Palacete Lopes Martins, na Pr. do Marquês de Pombal, nº 30.

 

Consultar folha de sala

Consultar vídeo de apresentação

 

Horário de funcionamento:

terça a sexta-feira, das 15h00 às 17h00 | Entrada pela R. Latino Coelho, nº 444.

 

Visitas guiadas:

Visitas quinzenais, orientadas pelo coordenador da apresentação-instalação, Manuel Mendes, às quintas-feiras, às 15h00 e  às 17h00.

Visitas em junho: 6 e 20

Visitas em julho: 4 e 25


Contactos para marcação prévia de visitas individuais e/ou grupos noutros horários:
tlf.  22 5518557 | email  fims@reit.up.pt

 

 

 Ao alcance de uma mão: apontamentos da coleção de escultura do arquiteto Marques da Silva

 

 

 

18 de maio de 2013 | 15h00 | Casa-Atelier do arquiteto Marques da Silva
 

A coleção de escultura de José Marques da Silva (1869-1947) reúne um conjunto significativo de peças associadas às obras projetadas por este arquiteto e de peças escultóricas que testemunham a rede de relações pessoais, de amizade e profissionais, construídas ao longo da sua vida. São narrativas de um tempo e de um gosto, gravadas em distintos materiais, mas com destaque para o gesso, por artistas como Soares dos Reis, Teixeira Lopes, Joaquim Gonçalves da Silva, Alves de Sousa, Sousa Caldas ou François Sicard, muitas delas produzidas nas míticas oficinas de António Enes Baganha ou na Fábrica das Devesas.

Em colaboração com a ACAPO, a Fundação Marques da Silva proporciona ao público em geral, e ao público cego e amblíope em particular, a possibilidade de apreciar e sentir algumas das peças mais representativas deste espólio.
A exposição Ao alcance de uma mão, organizada e apresentada por Ricardo Santos, ocupa três espaços nobres da Casa-Atelier de José Marques da Silva, edifício projetado pelo próprio em 1909 e que viria a habitar entre 1914 e 1943.
 

Esta iniciativa integra-se na programação do Dia Internacional dos Museus, este ano sob o tema Memória + Criatividade = Mudança Social.

 

Entrada livre
 

Consultar folha de sala

Consultar cartaz da DIM

Programação DIM

 

 

 Marques da Silva: imagens e memórias

 

 

 

 

20.02.2012 a 15.02.2013

 

Ao longo da sua vida, o arquiteto Marques da Silva (1869-1947), numa esfera mais íntima e reservada, cultivou intensamente a arte da aguarela e o gosto pela pintura. Enquanto autor e diletante reuniu um significativo conjunto de pinturas que são testemunhos de um certo modo de ver e de viver. São memórias tecidas a partir de uma rede de afetos, mas também imagens que ilustram o gosto de uma época e os princípios estéticos dominantes na Escola de Belas Artes do Porto até meados do século XX.

A leitura deste legado materializa-se na exposição “Marques da Silva: imagens e memórias”, co-produzida pela Universidade do Porto e pela Fundação Instituto Arquitecto José Marques da Silva. Comissariada por Maria Clara Paulino e Artur Vasconcelos, está inserida na programação da Trienal Desenha 2012 e tem inauguração agendada para o dia 20 de novembro, às 18h30, no Edifício Histórico da Universidade do Porto.

O projeto apresenta ao visitante um percurso constituído por 3 espaços individualizados pelo simbolismo da cor que os distingue, permitindo que outros tantos olhares se cruzem e complementem na busca de um sentido maior para esta singular coleção onde emergem os retratos da figura pública e carismática do arquiteto e do professor, a linguagem contemplativa ou analítica das aguarelas e as obras dos artistas que com ele partilharam lugares e afinidades.

 

Folha de sala

 

Entrada livre

 

Programação Paralela: Visitas Guiadas   |    Inscrições

Programação Paralela: Curso Livre | Inscrições


Programação paralela | Ciclo de Conferências: Geral

Conferência de Domingos Tavares

Conferências de Leonor Soares

Conferência de Artur Vasconcelos

 

Horário de funcionamento

terça a sexta-feira, das 10h00 às 17h00

 

Contactos

cdl@reit.up.pt

 

Relatório Final

 

 

 

Fernando Távora Modernidade Permanente

 

 

 

17.02.2012 a 15.02.2013

 

No âmbito da Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura, a Fundação Cidade de Guimarães, a Família Fernando Távora, a Associação Casa da Arquitectura e a Fundação Instituto Marques da Silva apresentam, entre 17 de Novembro de 2012 e 15 de Fevereiro de 2013, o projecto Fernando Távora Modernidade Permanente, coordenada pelo Arquitecto Álvaro Siza. Esta iniciativa irá acolher um conjunto de acções, das quais destacamos a Exposição, as Conferências, as Visitas Guiadas, o Catálogo da Exposição e a publicação facsímile do Diário de "Bordo" (1960).

A exposição Fernando Távora Modernidade Permanente é sobre a obra de Távora, mas, longe da ambição de ser monográfica, ou antológica, pretende isso sim oferecer uma leitura transversal da insistente relação que essa obra tem com o exercício do magistério, enquanto Professor de Arquitectura.

Trata-se, portanto, de um conjunto de documentos, ora pertencentes ao âmbito do desenho e da fotografia de Arquitectura, ora ao âmbito documental dos registos existentes sobre as suas aulas, conferências, viagens de estudo. O objectivo final visa incluir a documentação selecionada num todo cuja coerência seja legível, de um modo tão natural como foi colhida ao longo da vida.

Esse todo não almeja, como já foi referido, abarcar a imensidão e a complexidade do pensamento e da obra de Fernando Távora, mas antes centrar-se no carácter pedagógico desse mesmo pensamento e dessa mesma obra. Visa explorar em que circunstâncias a prática da arquitectura e o mister de professor se contaminam e se deixam contaminar uma pelo outro, em que lugares se cruzam entre si.


Inauguração da Exposição

17 de Novembro às 17h00

Anfiteatro da Escola de Arquitectura da Universidade do Minho


Conferências

22 de Novembro, 9h30 - 19h00

Auditório Nobre da Universidade do Minho

 

Consultar o programa em anexo.


Horário de Natal
Abertura - Dias 26, 27 e 28 de Dezembro entre as 14.00 e as 18.00
Encerramento - Dias 22, 23, 24, 25, 29, 30 e 31 de Dezembro e 2 de Janeiro
(Para entrar no estacionamento da Universidade do Minho aproximar o automóvel da cancela e depois seguir as setas até ao edifício da Escola de Arquitectura)

Horário normal
De 3 de Janeiro a 15 de Fevereiro
Segunda a Sexta, das 9.00 às 19.00
Sábado e Domingo, das 14.00 às 18.00

 

Mais informações e reservas para as conferências, visitas guiadas e publicações em:

www.casadaarquitectura.pt

www.guimaraes2012.pt

 

 

 

 

 

 

 

Espaços de Luz e Sombra - Exposição de Fotografia e Instalação

 

 

 

18 maio - 06 de junho | terça a sexta

Horário de abertura ao público: 14h30 - 17h30

Prevista a marcação prévia de visitas a grupos, limitados a 15 pessoas

Entrada livre

 

Folha de sala

 

“Espaços de Luz e Sombra” é um projeto de fotografia e instalação que explora as relações entre a Fotografia e a Arquitetura.

Desenvolvido pelos estudantes finalistas do curso de Fotografia da ESAP, a partir de espaços situados nas casas-sede da Fundação Marques da Silva, um conjunto formado pela Casa-Atelier de Marques da Silva, o Palacete Lopes Martins e o Pavilhão existente nos seus extensos jardins, esta exposição oferece ao público a possibilidade de confrontar a perspetiva fotográfica com os espaços que lhe serviram de cenário e constitui uma oportunidade privilegiada para conhecer e usufruir de espaços ainda em processo de transformação.


A inauguração, agendada para as 17h30, do dia 18 de maio, integra-se na programação do Dia Internacional dos Museus que este ano tem por tema "Museus no Mundo em Mudança. Novos desafios, novas inspirações".

 

 

 

 

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