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2018
Conversa(s) com estudantes sobre Giorgio Grassi
Bridging Crossroads on Architectural Exhibitions [Autofocus 2018]
JEP 2018 | cinco dedos de uma mão
Cidade Inventada-Cidade Continuada
DIM | Diálogos com Fernando Lanhas
Lançamento do livro "José Forjaz • Pensar Arquitectura"
Reclaiming the use of Fernando Távora´s Municipal Market of Santa Maria da Feira
Comemoração dos 150 anos do nascimento de Jorge Rey Colaço

2017
Caso António da Silva na Fundação Marques da Silva
Roteiro Veloso Salgado no Porto
José Porto, o arquiteto que idealizou grande
Apresentação de "Memória" e de "Centeio", em Urros
DIM | História das pinturas e pinturas com história

2016
No centenário da Avenida

Pela janela do Tempo
DIM 2016 | A Encomenda
Um Objeto e seus Discursos: Esquissos de viagem, Fernando Távora
Lançamento do Mapa de Arquitectura Fernando Távora

No centenário da Avenida da Cidade: "Primeira Pedra"

2015
José Carlos Loureiro, Arquitecto
Sessão de apresentação pública do Arquivo Digital FIMS
JEP 2015 | Casa-Atelier José Marques da Silva: recomeçar na continuidade
Projeto Petra Rosea
Intersecções. Sobre o projeto-de-arquitetura de Fernando Távora

2014
Mesa Redonda | O lugar de S. Bento: o Convento, a(s) Irmandade(s), a Estação
JEP 2014 | Centenário de Maria José Marques da Silva
DIM 2014 | Apresentação das Maquetas do atelier Fernando Távora e projeção de vídeo

2013
Figura Eminente U. Porto - 2013: Fernando Távora

 

 

 

 

 

Conversa(s) com estudantes sobre Giorgio Grassi
#1 | 13 de novembro, 21h30, Biblioteca FAUP
#2 | 15 de novembro, 18h30, Auditório Fernando Távora da FAUP
 

 

Escritos Escolhidos, o livro de Giorgio Grassi recentemente publicado pela Fundação Marques da Silva e as Edições Afrontamento, com tradução e nota introdutória de José Miguel Rodrigues, congrega a mais completa antologia de textos do autor, abrangendo um extenso arco temporal que se estende de 1965 até 2015.
 

Um livro que reúne igualmente um conjunto invulgar de ilustrações para, seguindo palavras do próprio Giorgio Grassi, procurar suscitar elementos de convergência e de partilha para lá do campo usual da acção, para dar a ver também aquelas simpatias e pressupostas afinidades que, inevitavelmente, deram forma aos [seus] projectos (...).
 

Milão e Berlim evidenciam-se como cidades protagonistas e lugares de inquietação disciplinar, assim como relação entre cidade e a sua arquitetura, num olhar transversal aos tempos do mundo, atravessam um discurso crítico, mas sempre comprometido com a contemporaneidade e a experiência da arquitetura.


Nesta edição, integra-se a colectânea já publicada em italiano, alemão e espanhol (em volumes separados ou num único livro na versão italiana) e, para além de novas ilustrações, uma quarta parte que conta com textos publicados isoladamente ou lidos em ocasiões públicas, neste sentido, inéditos enquanto textos escolhidos pelo autor.

 

É a pretexto desta publicação, que Giorgio Grassi, depois da presença no lançamento de Leon Battista Alberti e a arquitectura romana, vai regressar ao Porto e à Faculdade de Arquitetura da UP para, no que resulta de uma parceria entre a Fundação Marques da Silva e  Matéria. conferências brancas, participar numa sessão que elege os estudantes como seus principais interlocutores. A  ter lugar no dia 15 de Novembro, no auditório Fernando Távora às 18h30, "conversa com estudantes #2" contará também com José Miguel Rodrigues - autor, coordenador e tradutor do projecto de tradução integral da obra escrita de Giorgio Grassi para português (Giorgio Grassi, opera omnia sic) - e três arquitectos, por razões diferentes, interessados na obra de Giorgio Grassi: Eduardo Souto de Moura, Carlos Machado e Marco Ginoulhiac. Mas todos os presentes neste lançamento, que decorre com o livro já em circulação, estão convidados a interpelar o autor. É neste sentido que esta conversa com estudantes pressupõe que neste momento todos os que assim pretendam se possam considerar estudantes da matéria nesta ocasião em debate. O evento decorrerá nas línguas portuguesa e italiana e contará com a possibilidade de tradução simultânea das questões que vierem a ser colocadas pelos presentes pelo professor Marco Ginoulhiac.
 

Esta conversa será precedida, a 13 de novembro, por uma conversa informal sobre Giorgio Grassi, denominada "conversa com os estudantes #1", à volta da mesa central da biblioteca da FAUP. Moderada por Joana Couceiro, conta com a presença dos organizadores de Matéria.conferências brancas, Joé Miguel Rodrigues (tradutor do livro), Helder Casal Ribeiro e Pedro Borges de Araújo.
 

As duas sessões têm entrada livre, sujeitas à lotação do espaço.

 

A Conversa com estudantes #2, é uma iniciativa da Fundação Marques da Silva, que conta com o apoio da FAUP, do ciclo Matéria. conferências brancas, da Associação de Estudantes da FAUP (AEFAUP) e da empresa JOFEBAR que patrocina a iniciativa.

A Conversa com os estudantes #1 é uma iniciativa da Matéria. conferências brancas, que conta com o apoio da FAUP, da Fundação Marques da Silva, da Associação de Estudantes da FAUP (AEFAUP) e da empresa JOFEBAR que patrocina a iniciativa.

 

Ver Cartaz
Ver banner Conversa #1
Sobre Escritos Escolhidos, 1965-2015

+ info www.faup.pt

 

 

 

 

 

 

Bridging Crossroads on Architectural Exhibitions
Juhani Pallasma, Petra Čeferin, Paula Menino Homem e Pedro Borges de Araújo
Seminários Autofocus 2018


Casa-Atelier José Marques da Silva, 9 de outubro, 16h00

 

“Every subject spins out, like the spider´s threads, its relations to certain qualities of things and weaves them into a solid web, which carries its existence.”

Como a aranha com a sua teia, cada individuo tece relações entre si mesmo e determinadas propriedades dos objectos; os numerosos fios entretecem-se e finalmente formam a base da própria existência do indivíduo.

Jakob Johann von Uexküll 1864-1944, in A Foray into the Worlds of Animals and Humans: with A Theory of Meaning

 

Entre 8 e 10 de outubro vai realizar-se a edição 2018 dos Seminários Autofocus, uma iniciativa do Instituto de Filosofia da Universidade do Porto que tem como objetivo promover a interdisplinaridade nas áreas de investigação I&D da comunidade académica em Arquitetura, Filosofia e as Neurociências e que conta com um conjunto alargado de entidades parcerias, entre as quais a Fundação Marques da Silva.
 

O programa deste ano vai reunir, a 9 de outubro, Juahni Pallasmaa, da  Aalto University, e Petra Čeferin, da ULFA (Faculdade de Arquitetura da Universidade de Ljubljana), na Casa-Atelier José Marques da Silva, para um debate sobre o tema Bridging Crossroads on Architectural Exhibitions. A presença da autora de Constructing a Legend: The International Exhibitions of Finnish Achitecture 1957-1967 e de um dos mais reconhecidos arquitetos finlandeses da atualidade, responsável por 30 das exposições realizadas pelo MFA (Museu da Arquitetura Finlandesa), numa sessão que também vai integrar a participação de Paula Menino Homem e Pedro Borges de Araújo, da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, irá seguramente proporcionar uma reflexão crítica e pertinente sobre as interesecções entre Arquitetura e Museologia, sobre os múltiplos sentidos e significados que as exposições de arquitetura podem representar no mundo de hoje.

 

A sessão decorre em língua inglesa, inicia-se às 16h00 e é de entrada livre, mas para garantir lugar, agradecemos que efetue a sua inscrição.

 

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Cinco dedos de uma mão: 
conversa a partir do projeto de Raúl Hestnes Ferreira para a Escola de Benfica

Com Alexandra Saraiva, Anselmo Canha, Manuel Esperança e Nuno Markl
Jornadas Europeias do Património 2018

Casa-Atelier José Marques da Silva, 28 de setembro, 18h30
 


Raúl Hestnes Ferreira na Escola de Benfica / Secundária José Gomes Ferreira. Foto de Inês Soares, 2009.

 

"Na sua multiplicidade de aspectos, com volumes regidos por uma geometria rigorosa, o edifício "faz" o sítio, oferecendo-se à cidade..." (Raúl Hestnes Ferreira, Projectos 1959-2002, p.103)
 

A Escola Secundária José Gomes Ferreira começou a ser projetada por Raúl Hestnes Ferreira em 1976. Da forma como se implanta no território se alimenta a ideia que o conjunto nasceu a partir da mão do arquiteto colocada sobre uma folha de papel. Passados mais de 40 anos, acresce à memória do projeto e da sua construção, o contributo para a efetiva requalificação urbana do lugar e as muitas vidas que nela e com ela se cruzaram.
 

Cinco dedos de uma mão, uma conversa que toma como ponto de partida este projeto de Raúl Hestnes Ferreira para Benfica, sinaliza a participação da Fundação Marques da Silva no programa das Jornadas Europeias do Património, que este ano tem como tema aglutinador partilhar memórias.
 

Refira-se que a Fundação Marques da Silva recebeu recentemente a doação do acervo deste arquiteto, pelo que a sessão começará por evocar este gesto e o seu significado, passando depois para uma conversa que vai reunir um grupo de convidados com percursos muito distintos: Alexandra Saraiva, arquiteta, professora e investigadora da obra de Raúl Hestnes Ferreira; Anselmo Canha, designer, músico, investigador e professor; Manuel Esperança, professor e Diretor deste equipamento escolar, que acompanhou o projeto e a consolidação do projeto pedagógico que nela tem lugar; Nuno Markl, humorista, escritor, radialista, antigo aluno da Escola de Benfica, cujas memórias dessa vivência se transformaram também em matéria criativa.
 

O desafio é falar do projeto, da escola que, com as suas virtudes e vicissitudes, agora tem o nome do pai do arquiteto que a criou, da sua relevância no seu percurso e obra, mas também da importância para o lugar onde está implantada e as memórias que foi deixando e continua a suscitar em quem a frequentou e nela circula. Uma conversa que não se esgotará no objeto e que se tornará pretexto para uma reflexão sobre a arquitetura enquanto espaço vivido, individual e coletivamente, enquanto contributo para construção da cidade.


Entrada livre, sujeita à lotação do espaço.

 
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CIDADE INVENTADA-CIDADE CONTINUADA
conservar . observar . projetar

Encontro Debate

21 de junho, 9h30-17h30
Salão nobre do Palácio do Bolhão
 

 

“a arquitectura será útil quando arroje sobre o património outras luzes e outras sombras. Quando abra o jogo de outra representação que vincule de outra forma todas as dimensões da temporalidade da memória – passado, presente e futuro –, quando permita celebrar uma nova representação do Anjo da História”
(I. Solà-Morales).

 

No atual contexto de revitalização do património arquitetónico urbano do Porto, com um conjunto significativo de edifícios projetados por arquitetos representados no Centro Documental da Fundação Marques da Silva a serem intervencionados, Cidade Inventada-Cidade Continuada é um encontro/debate que tem por objetivo problematizar e refletir, em função de projetos concretos, sobre a cidade que existe e o novo senso que a contemporaneidade tem para propor. Um encontro em que o material histórico se torna objeto de leitura. Um encontro que exprime a vontade de a Fundação Marques da Silva alargar a sua ação de apoio à investigação de arquitetura, promovendo a cultura da cidade e do património edificado, a produção e divulgação do saber disciplinar da arquitetura.
 

Ao longo de um dia, serão expostos 8 projetos distribuídos por 2 sessões. Durante a manhã, Escritórios e Equipamentos: Edifício nº 156 da Avenida dos Aliados, a Nacional, o Liceu Alexandre Herculano e o Mercado do Bolhão. Durante a tarde, entre o lote estreito e o quarteirão, Residência e Serviços, com as Moradias de D. João IV, moradias nas ruas Duque de Saldanha e Padre Fernão Cardim, e a unidade Urbana Bonjardim-Formosa-Sá da Bandeira e o edifício Palácio do Comércio.
 

Quatro moderadores terão por função comentar e moderar uma reflexão sobre os projetos expostos: Domingos Tavares, João Paulo Providência, Manuel Mendes e Nuno Brandão Costa.
 

Haverá ainda lugar para uma apresentação do projeto de requalificação do local de acolhimento, o Palácio do Bolhão, pelo autor, José Gigante.
 

O acesso é livre, limitado à lotação do espaço.

 

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Organização: Fundação Marques da Silva
Coordenação: Manuel Mendes
Apoio: Teatro do Bolhão
 


 

 

 

 

 

Diálogos com Fernando Lanhas
Com Luís Soares Carneiro, Manuel Marques e Lúcia Almeida Matos
Moderação de Luís Viegas e Rui Américo Cardoso
18 de maio - Dia Internacional dos Museus
18h, Casa-Atelier José Marques da Silva
 



Há uma maneira de ver as coisas e de as querer investigar, querer saber como elas são. Sempre de uma maneira natural, calma, exata, rigorosa e elementar, sem campo para superfluidades. Eu não perco tempo. […] Eu procuro continuamente alguma coisa. Eu procuro uma essência. Procuro o conhecimento. Eu quero entender. (Fernando Lanhas, os 7 rostos, documentário de António de Macedo, 1888)

 

Fernando Lanhas é uma figura poliédrica: foi arquiteto, pintor, arqueólogo, astrónomo, interessou-se pela museologia ou pela botânica, procurou incessantemente entender o mundo e as forças que regem o Universo, através de uma inquietação permanente e de um sentido de abstração potenciadores do conhecimento e da ação sobre o real e o concreto.

Diálogos com Fernando Lanhas, a iniciativa que assinala a participação da Fundação Marques da Silva no Dia Internacional dos Museus, constitui um primeiro momento de reflexão e debate sobre este arquiteto promovido pela instituição, proposto e moderado pelos Professores Arquitetos Luís Viegas e Rui Américo Cardoso, investigadores do Centro de Estudos de Arquitetura e Urbanismo da FAUP, e comissários do programa que está a ser gizado para sinalização da doação do acervo de Fernando Lanhas à Fundação Marques da Silva.

O encontro convoca a Arquitetura, a Ciência e a Arte como vias dialógicas, reunindo assim um arquiteto, Luís Soares Carneiro, um físico, Manuel Marques, e uma historiadora de Arte, Lúcia Almeida Matos. A eles será dada a palavra para nos ajudarem a pensar Fernando Lanhas, hoje.

A abrir a sessão estará a Presidente do Conselho Diretivo da Fundação Marques da Silva, Fátima Marinho.

Entrada livre, sujeita à lotação do espaço.

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José Forjaz • Pensar Arquitectura
Lançamento de livro
Apresentação a cargo de Francisco Keil do Amaral e Elisiário Miranda
11 de maio, 18h00, Casa-Atelier José Marques da Silva
 


 
 

"A experiência, ou a inexperiência política que caracterizou os primeiros dez anos do meu retorno a Moçambique, no final de 1974, foi uma aprendizagem de valor incalculável, quer em termos profissionais quer em termos da importância das dimensões ideológicas e políticas da profissão.

O âmbito das responsabilidades assumidas forçaram uma abertura a um irrecusável interesse pelas escalas mais vastas da intervenção do arquitecto, que me obrigou a uma prática que vai do design gráfico, de móveis, do objecto e do edifício à organização do espaço regional, incluindo o desenho e planeamento urbano e a que se soma o paisagismo."

José Forjaz • Pensar Arquitectura é uma recolha antológica de textos que, entre reflexões, declarações, contribuições, pensamentos ou elegias, traduzem a evolução do pensamento de José Forjaz, das suas perspetivas e perceções. Formas de expressão que o autor, na sua condição de arquiteto, foi amadurecendo ao longo dos anos, produzidas na particularidade do seu regresso a Moçambique, em contexto pós-colonial, sobre um tema vasto e integrador de uma vida: a Arquitetura. Um livro que pretende ser “uma contribuição a um pensar comum.”

A publicação é uma realização conjunta da Caleidoscópio, em Portugal, e da Kapikua, em Moçambique. Depois do lançamento em Maputo, segue-se, na Casa-Atelier José Marques da Silva, o lançamento em Portugal, na presença do autor e com apresentação dos arquitetos Francisco Keil do Amaral e Elisiário Miranda. A abrir a sessão estará a Presidente do Conselho Diretivo da Fundação Marques da Silva, Fátima Marinho. Em representação da editora Caleidoscópio estará também presente Jorge Ferreira.

Entrada livre, sujeita à lotação do espaço.
 

Sobre o autor:
Notas biográficas
Entrevista ao Diário de Notícias, em 20 de junho de 2017
Exposições recentes: Projetos no papel - Unbuilt works, Camões - Centro Cultural Português, Maputo, 2017

 

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Reclaiming the use of Fernando Távora´s Municipal Market of Santa Maria da Feira
20 e 21 de abril de 2018
Casa-Atelier José Marques da Silva, Mercado de Santa Maria da Feira

 




"Os edifícios e os espaços têm de estar bem implantados, estar bem dispostos no lugar; essa qualidade de boa implantação confere-lhes um certo ar de eternidade.” (Fernando Távora)
 

"O partido formal baseia-se no conjunto de coberturas, desenhadas como asas protectoras pairando sobre o terreno que é ordenado em plataformas: a cobertura de "borboleta" e adaptada a uma estrutura modulada em pequenos pavilhões e a agregação dos elementos é feita em volta de uma fonte. O aproveitamento da morfologia do terreno, a inserção no contexto, definindo a frente de carácter urbano elevada sob plataforma em terraço fronteiro à rua abrigando correnteza de lojas, reflectem a ideia de criar um "lugar" em diálogo com o sítio e o castelo: "lá em cima e sempre presente". Se a construção parece remeter para os padrões do movimento moderno, a concepção global, organizada significativamente em torno de uma fonte que dá sentido ao páteo, representa uma evidente libertação dos princípios ortodoxos dos CIAM (Congressos Internacionais de Arquitectura Moderna), propondo a noção de espaço aberto de acolhimento."
(Ana Tostões, Arquitectura Moderna Portuguesa, IPPAR, 2001)

 

O mercado da Feira é a obra “mais tensa e por isso com  mais significado da nossa arquitectura moderna em transição para o racionalismo crítico. Tensão que vem da dialéctica entre integração e ruptura, entre espaço interno (que é exterior e semiexterior) e sítio; entre percurso e pausa; entre tecnologia nova e construção comum; estando sempre estes termos – e outros – assumidos como opostos mas resolvidos em formas simples. Obra que transcende o panorama português para se classificar entre as obras primas da arquitectura europeia dos anos 50” (Nuno Portas, in “Prefácio à edição de 1982” do livro de Fernando Távora, Da Organização do Espaço)

 

Reclaiming the use of Fernando Távora´s Municipal Market of Santa Maria da Feira é o nome da publicação que, tomando o Mercado Municipal de Santa Maria da Feira, projeto da autoria de Fernando Távora, como caso de estudo, dá a conhecer o resultado do trabalho de investigação desenvolvido por um conjunto de alunos do 5º ano do Mestrado Integrado da Escola de Arquitetura da Universidade do Minho, sob orientação do Professor Vincenzo Riso.
 

O trabalho, enquadrado por uma linha programática que tem por objetivo suscitar uma reflexão sobre o património arquitetónico do século XX e as questões levantadas na sua preservação na contemporaneidade, reuniu ainda a colaboração de um conjunto de arquitetos e professores - José Bernardo Távora, Carlos Machado, Isabel Valente e José Luís Pita - que deixam igualmente o seu testemunho nesta publicação, onde acresce também a perspetiva de Álvaro Siza sobre a obra de Fernando Távora.
 

A pertinência das questões levantadas e a oportunidade de repensar esta obra, projetada em 1953, classificada como monumento de interesse público, passados praticamente 60 anos sobre a sua construção, congregou a vontade conjunta da Fundação Marques da Silva, a Escola de Arquitetura da Universidade do Minho e a Câmara Municipal de Santa Maria da Feira no desenho de um programa que passa pela sessão de lançamento do livro, a 20 de abril, na Casa-Atelier José Marques da Silva, uma visita guiada ao Mercado, na manhã do dia seguinte, e uma terceira sessão, ainda a calendarizar, em Guimarães, na Escola de Arquitetura, para um fórum de debate sobre o valor pedagógico da obra de arquitetura de Fernando Távora.
 

 

Para o lançamento do livro, a decorrer a 20 de abril de 2018, na Casa-Atelier José Marques da Silva, estarão presentes os representantes das três instituições - Fátima Marinho (Presidente da Fundação Marques da Silva), Jorge Correia (em representação da EAUM) e Gil Ferreira (em representação da CMSMF) - e, como oradores, Vincenzo Riso, José Bernardo Távora, Carlos Machado e Eduardo Fernandes. A sessão inicia-se às 18h00 e é de entrada livre, apenas sujeita à lotação do espaço. (ver álbum fotográfico)

 

A visita guiada decorre na manhã de 21 de abril, com início às 10h30, e será orientada por Vincenzo Riso e Carlos Machado. De acesso gratuito, carece apenas de inscrição prévia para o email fims@reit.up.pt, ou o telef. 22 5518557. está limitada a 30 participantes.

 

Livro disponível no Repositorium da Universidade do Minho

 

 

 

 

 

Comemoração dos 150 anos do nascimento de Jorge Rey Colaço
26 de fevereiro a dezembro de 2018

 

 

Bastariam os paineis de azulejo que revestem o átrio da estação de S. Bento, no Porto, projetada por José Marques da Silva, para eternizar o nome de Jorge Colaço, autor de inúmeros e requintados "panos" de azulejo presentes de norte a sul do país, mas igualmente um exímio pintor e caricaturista. A 26 de fevereiro passam 150 anos do seu nascimento, em Tânger.

Ao longo de 2018, numa parceria formada por um conjunto alargado de instituições, entre as quais a Fundação Instituto Arquitecto José Marques da Silva, será assinalada a efeméride. Um programa variado que passa, nomeadamente, conferências, exposições e livros, para dar a conhecer o percurso e a obra deste artista.

As comemorações iniciam-se no dia em que se assinalam os 150 anos do nascimento de Jorge Colaço, a 26 de fevereiro, no Museu de Cerâmica de Sacavém, com a Conferência Jorge Colaço - Conhecer, Divulgar e Preservar. A Fundação estará representada pela Presidente do Conselho Diretivo, Prof.ª Doutora Fátima Marinho (+ info).
 

Ver Cartaz e programa geral
Ver Programa da conferência (versao breve) "Jorge Colaço - Conhecer, Divulgar e Preservar"
Ver Programa da conferência (com textos de enquadramento e resumos das conferências) "Jorge Colaço - Conhecer, Divulgar e Preservar"

Ver Notícia sobre a Conferência
 

 

Jorge Colaço nasceu em Tânger em 26 de fevereiro de 1868 e faleceu em 1942, tendo efetuado os seus estudos artísticos em Madrid e em Paris.
Jorge Colaço foi um notável pintor a óleo com obra exposta em vários locais, nomeadamente no Museu Militar em Lisboa. Mestre e pioneiro do desenho gráfico em Portugal, publicou as suas primeiras «Histórias aos Quadradinhos» em 1893, na publicação A Revista (Ilustração Luso-Brasileira), da qual foi diretor artístico, assim como no semanário ilustrado Branco e Negro (1896-98), no Comércio do Porto Ilustrado (1915) e no Diário de Notícias Ilustrado (1915).
Como caricaturista colaborou nos jornais Branco e Negro, O Dia, A Voz, O Fradique. Evidenciada a sua capacidade para satirizar foi convidado a dirigir o suplemento humorístico do jornal O Século, entre 1897 e 1907.
Em 1903 começou a experimentar um novo suporte para as suas pinturas, o azulejo. Desenvolveu esta experiência a partir da sua ligação à família Gilman, proprietários da Fábrica de Loiça de Sacavém, situação que lhe permitiu ensaiar o seu traço sobre o novo suporte e produzir inúmeros painéis, ainda hoje considerados como obras-primas nacionais. Nesta Fábrica de Sacavém permaneceu até 1923, data em que passou para a Fábrica Lusitânia em Lisboa.
Jorge Colaço pintava azulejo segundo a técnica tradicional, isto é, sobre vidrado cru, mas também aplicando as técnicas da estampilha, estamparia, corda seca. Pintou ainda sobre chacota texturada, utilizou prateados, dourados. Mas principalmente inovou, ao pintar sobre vidrado já cozido! Utilizou também a serigrafia na cerâmica, a quem se atribui, sem certeza, ser pioneiro.
Jorge Colaço, num artigo que ele próprio escreve em 1933, refere ter como base essencial do seu trabalho um lema: Portugal. Pelas razões que o próprio invoca a temática da portugalidade é diversificada, desde cenas históricas, a cenas de carácter militar, cenas etnográficas (rurais e piscatórias), cenas religiosas, episódios da lírica de Camões e de outros autores … um manancial de temáticas a que uma imaginação criativa não ficou alheia.
Do artista são conhecidos mais de 1000 painéis azulejares!

Cláudia Emanuel
 

 

 

 

 

 

 

O Caso António da Silva na Fundação Marques da Silva
Lançamento de livro


 

"Sugestionados pelo exemplo de arquitectos da vanguarda e pela circulação de modas e modelos vindos de fora, outros projectistas inteligentes, mais atentos e enquadrados no mercado da produção imobiliária trataram de confrontar competências próprias com os exemplos que podiam recolher, descobrindo insuspeitadas capacidades individuais. Estava aberto o campo a engenheiros de especial vocação, ou mesmo a condutores de obra, igualmente armados de erudição própria, para disputar o mercado" (Domingos Tavares, Transformações na arquitectura portuense, p.75)


No dia 13 de Dezembro, quarta-feira pelas 18h30, foi apresentado na Casa-Atelier José Marques da Silva um novo livro da autoria de Domingos Tavares, co-editado pela Dafne Editora e o  CEAU – Centro de Estudos de Arquitectura e Urbanismo.

Intitulado Transformações na Arquitectura Portuense, este livro da colecção "Equações de Arquitectura" explora as  lógicas subjacentes ao impulso colectivo de progresso, perseguindo no Porto os processos de criação da cidade moderna. As obras de António da Silva, engenheiro que projectou as casas de um dos grupos mais dinâmicos da estrutura comercial do Porto, reflectem a ânsia de representação pública de uma nova burguesia culta, liberal e progressista que procurava na moda europeia a imagem da afirmação e da mudança.

A apresentação do livro esteve a cargo do engenheiro Raimundo Mendes da Silva, professor da Universidade de Coimbra e especialista em reabilitação de edifícios e salvaguarda de património cultural.

 

Sobre o autor:
Domingos Tavares (Ovar, 1939) é arquitecto e Professor Emérito da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, investigador no Grupo Atlas da Casa no Centro de Estudos de Arquitectura e Urbanismo. Com a Dafne Editora publicou Francisco Farinhas Realismo Moderno (2007), Casas de Brasileiro e Palacete Marques Gomes (2015) e António Correia da Silva,arquitecto Municipal (2016).
 

+ info Dafne Editora

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Ler Livro. O engenheiro que desenhava palacetes, artigo de Sérgio C. Andrade

 

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Roteiro Veloso Salgado no Porto



Em 2014, a propósito dos 150 anos do nascimento do pintor Veloso Salgado, a Fundação Marques da Silva, em parceria com a Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto e o Museu Nacional Soares dos Reis, organizou “Mais que o sonho da passagem”, um projeto que aliava a exposição do núcleo de desenhos pertencentes a José Marques da Silva da autoria deste pintor, a um roteiro de visitas por 5 instituições na área metropolitana do Porto com obras deste mesmo artista. Uma rede a evidenciar a passagem de Veloso Salgado pela cidade, mas, em  particular, sinais evidentes da amizade mantida ao longo da vida com o arquiteto José Marques da Siva e o escultor António Teixeira Lopes, nascida em Paris, em finais do século XIX.

A TVU. partiu deste projeto inicial e desenvolveu um Roteiro virtual dedicado às obras de Veloso Salgado no Porto, onde não só se congregam dados sobre as pinturas então expostas ou visitadas, como a eles se associam outras informações sobre o percurso do artista e das próprias instituições. Um Roteiro a fixar e partilhar a informação então reunida e que agora fica disponível para o público em geral, permitindo que cada um o percorra ao sabor dos seus interesses, encetando uma viagem que o levará a redescobrir e reinterpretar o sentido do encontro do pintor com a cidade.

Hoje, 27 de outubro de 2017, passam 151 anos sobre o nascimento do escultor António Teixeira Lopes, pelo que, num gesto de homenagem à amizade que uniu os três artistas, inaugura-se simbolicamente esta plataforma produzida pela TVU., com o apoio da Fundação Marques da Silva, Reitoria da Universidade do Porto, Faculdade de Belas Artes do Porto, Museu Nacional Soares dos Reis, Casa-Museu Teixeira Lopes, Biblioteca Pública e Municipal do Porto, Palácio da Bolsa e Museu Almeida Moreira.

Descubra o Roteiro, vá pelos seus dedos…clicando na imagem ou neste link
 

 

 

 

 

 

José Porto, o arquiteto que idealizou grande
Doação do acervo deste arquiteto à Fundação Marques da Silva
9 de outubro | Casa-Atelier José Marques da Silva e Casa das Artes
 

 

A 9 de outubro, numa iniciativa desdobrada em dois momentos, a Fundação Marques da Silva vai celebrar o acolhimento do acervo profissional de José Porto, doado pelo Arquiteto Abílio Mourão. São mais de duas centenas de peças desenhadas, que integram um conjunto de 40 peças oferecidas pelo CIRV-GEPPAV, registos únicos de um arquiteto com um percurso singular que conta com mais de 70 obras identificadas para o Porto, Minho, Moçambique e Angola, que passam a estar disponíveis para consulta e estudo através do Centro de Documentação e Investigação em Cultura Arquitetónica desta instituição.

 

Às 18h00, na Casa-Atelier, na presença da Presidente do Conselho de Administração, Professora Maria de Fátima Marinho, do doador, Arquiteto Abílio Mourão e dos oradores convidados, Dr. Paulo Torres Bento e Arquiteto Sergio Fernandez, será assinado o protocolo de doação do acervo.

 

Às 21h30, na Casa das Artes, depois das intervenções do Arquiteto André Eduardo Tavares e do Professor Luís Urbano, será projetado o filme de Manoel de Oliveira, "Visita ou Memórias e Confissões". Uma revisitação da casa da rua da Vilarinha, obra projetada por José Porto.

 

A entrada é livre, sujeita à lotação do espaço.

 

Esta iniciativa, integrada no programa ARQ OUT 2017, conta com o apoio da família de Manoel de Oliveira, da Casa das Artes e da Cinemateca.


Consultar desdobrável (texto de André E.Tavares e lista de obras)
+ info sobre a documentação

 

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Notícias Imprensa: Jornal Público Jornal Caminh@2000;

 

 

 

 

 

Apresentação de "Memória" e de "Centeio", em Urros
24 de agosto, 17h30
Salão da Junta de Freguesia de Urros (Torre de Moncorvo)
 


"O local da Capela de Santo Apolinário, na aldeia trasmontana de Urros, foi desde a minha infância um lugar mágico: as próprias características do edifício, o seu espaço exterior de acolhimento, as arcarias que abrigam os peregrinos no último fim de semana de Agosto, os pormenores da construção (desde os pavimentos reticulados a xisto e tijolo, ao seu magnífico tecto em caixotões ricamente pintados com figuras de santos), o túmulo em granito com baixos-relevos alusivos à vida do Santo e ao seu martírio, o grande cipreste que marca o local desse martírio e pontua singularmente a paisagem, a calma e o murmurejar da sua fonte, a acústica do lugar, quer no interior da capela quer em toda a sua envolvente e, sobretudo, a organização do seu espaço, a brancura das suas paredes pouco comuns por estas paragens, mais corrente a Sul do Tejo. Desde pequeno que, todos os anos nas férias grandes passadas na aldeia, não perdia uma única festa, um acontecimento singular entre o religioso e o pagão, com pontos altos no arraial de sábado à noite com as bandas de música em despique, o fogo de artifício, as brigas por causa de nada, apenas uns copos a mais, os jogos de azar em que o aldeão perdia sempre..."

Palavras de um arquiteto para quem o território transmontano foi presença contínua na vida, lugar de permanente revisitação. As raízes de Alfredo Matos Ferreira, "por motivos familiares, estão profundamente mergulhadas em Trás-os-Montes, circunstância que decididamente o orienta como pessoa, e lhe marca emoções e afetos, convicções e valores de vida. Moncorvo e Barca d’Alva, particularmente Urros, terra e povo, paisagem e casa, pessoas e trabalho, ofícios e artistas, os quais evocava amiúde, e dos quais, marcado pela história de vida, falava com as palavras e os gestos, os sons e as pausas do habitante enraizado e situado." (Manuel Mendes, in Roteiro de Terra d´Alva)
 

O livro "Memória", da autoria de Alfredo Matos Ferreira vai ser apresentado em Urros (Moncorvo), durante o próximo mês de agosto, no âmbito das Festas de Santo Apolinário, dando assim cumprimento a uma desejo expresso por este arquiteto ainda em vida. A sessão vai preceder a abertura das festas de Santo Apolinário, este ano entre 24 e 28 de agosto, estando igualmente prevista a projeção de "Centeio", filme de 1968, editado em 2004 pelo próprio Alfredo Matos Ferreira. E se "Memória" testemunha o seu apego a uma ruralidade vista como bastião de um saber ancestral, enquanto expressão de uma sábia e íntrínseca ligação, singular e identitária, do homem à terra que tenta dominar isso também nos mostra o olhar que se prolonga na dimensão do olhar da câmara com a qual Alfredo Matos Ferreira desejou captar o "amanho" dos campos, pressentindo a urgência de fixar uma tradição que o tempo inevitavelmente condenava à transformação.
 

A apresentação está a cargo de Manuel Mendes, o coordenador do projeto editorial. Porque o momento é de festa, seguir-se-á, às 18h30, um lanche convívio. A entrada é livre e todos serão bem vindos

A concretização da iniciativa, que terá lugar no Salão da Junta, conta com o apoio da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, da Junta de Freguesia de Urros e Peredo dos Castelhanos e da família de Alfredo Matos Ferreira.
 

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+ info sobre Memória

 

 

 

 

 

História das pinturas e pinturas com história
Dia Internacional dos Museus 2017
18 de maio, Palacete Lopes Martins, 18:00
Com Maria de Fátima Marinho, Vítor Silva, Artur Vasconcelos e Joana Miranda

A assinalar mais um Dia Internacional dos Museus, a Fundação Marques da Silva vai apresentar e lançar o catálogo da coleção de pintura pertencente a esta instituição. "Do retrato à paisagem" é o título da obra que dará a conhecer a totalidade das pinturas reunidas pelo arquiteto José Marques da Silva, enquadradas pela investigação de Artur Vasconcelos, que assume a sua autoria, com prefácio de Raquel Henriques da Silva. Nesta primeira apresentação integral da coleção de pintura constam obras até agora inéditas de alguns dos artista referenciados.

Nessa mesma sessão, a TVU vai apresentar um Roteiro de Veloso Salgado no Porto, um projeto multimédia construído a partir da exposição "Mais que o sonho da passagem", que em 2014 congregou um conjunto alargado de instituições para celebrar os 150 anos do nascimento deste pintor. Surgem assim, alinhadas num mesmo projeto, as obras de Veloso Salgado pertencentes à Fundação Marques da Silva, Reitoria da Universidade do Porto e Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, o Museu Nacional Soares dos Reis, o Museu Almeida Moreira, a Casa-Museu Teixeira Lopes, a Biblioteca Pública e Municipal do Porto e o Palácio da Bolsa.

A partir das 17h00 será possível aceder ao Palacete Lopes Martins, onde se expõe uma pequena amostra da coleção de pintura e se disponibilizam os novos conteúdos digitais.

A abrir a sessão estará a Presidente do Conselho de Administração da Fundação Marques da Silva, Maria de Fátima Marinho. Como orador convidado estará presente Vítor Silva, pintor, professor da Faculdade de Arquitectura da UPorto e autor de diversas publicações sobre História da Arte e Desenho e a sua prática, foi convidado a abordar  a abordar a temática da autorrepresentação no universo da pintura. Acerca do catálogo, falará o arquiteto Artur Vasconcelos, o seu autor, e  a apresentação do roteiro, a cargo de Joana Miranda, Diretora da TVU.
 

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No Centenário da Avenida da Cidade | 1916-2016
Visitas-Guiadas; Conferências-Debate; Exposição
Programa Comissariado por Domingos Tavares

 


 

 

 

À entrada do século vinte o Porto era já consistentemente republicano, mas sempre liberal e burguês. Acompanhando o impacto da inauguração da ponte Luís I, cujo fluxo abastecia com outros arruamentos os altos da Batalha e daí descia à Praça, chegou o caminho-de-ferro ao Largo de São Bento. Lançando diariamente uma multidão de povo trabalhador que se espalhava por ruas novas e velhas como Mouzinho da Silveira ou Rua das Flores, por 31 de Janeiro ou Santa Catarina, pelas Ruas dos Clérigos ou Almada, dinamizava comércios, serviços e lazeres. A Companhia dos Carris de Ferro tratou de reorganizar a rede de transportes, vindo progressivamente a estabelecer linhas de carros eléctricos em todas as direcções a partir da Praça da Liberdade. A ponte e o comboio conjugaram-se para exigir os monumentos da representatividade do progresso, dando lugar de imediato à demolição das instalações do mosteiro das freiras Bentas para a construção da moderna Estação, projecto do arquitecto José Marques da Silva.


Num novo contexto socio-político, a burguesia portuense pretendeu impor-se com um plano de abertura de avenidas e preparou-se para o lançamento do mais moderno passeio público, suportando a construção de uma nova casa municipal. O lançamento da Avenida da Cidade, passou a constituir a chave para a afirmação do progresso e matéria do intenso debate público, até que se consolidou o quadro arquitectónico do núcleo urbano do que se convencionou ser a moderna Baixa Portuense. A expansão deixou cair os últimos sinais da muralha medieval e absorveu, por substituição, as principais funções e dinâmicas da Baixa Ribeirinha.

Domingos Tavares

 

No Centenário da Avenida da Cidade é uma iniciativa conjunta da Fundação Marques da Silva e da Câmara Municipal do Porto, desenhada com a finalidade de assinalar o início do processo de construção do centro cívico do Porto, simbolicamente datado a 1 de fevereiro de 1916, com a cerimónia de remoção da primeira pedra do edifício da antiga Câmara pelo então Presidente da República, Bernardino Machado, momento esse evocado no dia da efeméride através da sessão "Primeira Pedra".
 

O programa de celebração do arranque da construção da Avenida das Nações Aliadas e dos "novos" Paços do Concelho tem como Comissário Domingos Tavares, Arquiteto e Professor Jubilado, com o título de Professor Emérito da Universidade do Porto. Aberto à cidade, articula-se em três módulos, de natureza e forma distintos, mas complementares entre si: visitas guiadas; conferências/debate;  exposição.
 

O primeiro módulo - Visitas guiadas - aborda a Arquitetura da Avenida. São 5 visitas, a 5 edifícios emblemáticos, apresentados por 5 arquitetos. A decorrer entre 21 de maio e 2 de julho, com ele se pretende trazer ao debate a importância da conceção particular dos diferentes edifícios que, pela sua escala, material ou expressão, à medida que se foram construindo, estabeleceram a caraterização espacial do Centro Cívico do Porto, transformando um plano abstrato de intenções formais como foi o estudo de Barry Parker de 1915, numa cidade real ao serviço do povo.

 

O segundo módulo - Conferências-Debate - decorre entre 19 de setembro e 3 de outubro, no Café-Concerto do Teatro Rivoli. De carácter internacional, pretende proporcionar a ocasião para debater as diferentes ideologias e soluções equacionadas ao longo do processo, bem como a síntese plasmada no construído. Está distribuído por 3 sessões: 19 de setembro, às 19:00, com Andrew Saint e Rui Tavares; 26 de setembro, às 19:00, com Elisabeth Essaïan e Manuel Mendes; 3 de outubro, às 21h30, com Paulo Pereira e o comissário do programa, Domingos Tavares.
 

O terceiro módulo - Exposição -, com orientação científica de Clara Vale, apresenta o resultado de um processo de questionamento sobre o que faz sentido recuperar e transmitir para futuro, sobre o modo como num espaço restrito se pode condensar um tempo longo de criação e alteração de um espaço urbano e de um conjunto de edifícios que lhe servem de fronteira e definição, com base numa leitura estruturada em níveis diferenciados de referenciação histórica e geográfica, onde se sobrepõem as diferentes narrativas e perspetivas de entendimento.

 

Cartaz download

Mais informações sobre o Módulo Visitas Guiadas

 

Notícias:
A avenida que mudou o Porto (artigo de Sérgio Andrade, Jornal Público, 21 de maio)
Vídeo Síntese do programa

 

 

 

 

No Centenário da Avenida da Cidade | Pela Janela do Tempo

 

 

Tem na sua posse fotografias ou postais que permitem documentar visualmente o processo de construção da atual Avenida dos Aliados e da sua envolvente com imagens do espaço urbano, de conjuntos patrimoniais, fachadas de edifícios ou mesmo dos seus interiores?

Enquanto decorre o programa No Centenário da Avenida, iniciado com a visita ao edifício da companhia de seguros A Nacional, a 21 de maio, está lançado o convite a todos aqueles que possam partilhar imagens relativas aos vários momentos de transformação da Avenida, pedindo para que entrem em contacto com a equipa organizadora do programa evocatório do centenário até final do mês de agosto através do email fims.up@gmail.com.

Os dados recolhidos destinam-se a organizar um repositório especificamente criado a partir de contributos cívicos que nos permita espreitar pela “janela do tempo”. Depois de trabalhados, os conteúdos recolhidos serão associados à restante informação e divulgados, podendo vir a fazer parte do módulo expositivo a inaugurar em outubro.

 

A propósito do Dia Mundial da Fotografia (19 de agosto)

A fotografia proporciona uma forma única de viajar no tempo e de contar uma história. Para assinalar a data, seleccionaram-se três imagens fotográficas que documentam de um modo particularmente interessante o processo de construção da Avenida:
 


 


 




A fotografia da Nacional e da Avenida pertence à coleção particular de Rui Tavares; a do Edifício dos Paços do Concelho em construção é da Foto Beleza (publicada no livro Porto, nas margens do tempo); a fotografia da inauguração dos “novos” Paços do Concelho é da autoria de Fernando Tavares Romão e foi cedida por César Romão, a quem publicamente deixamos o nosso agradecimento.
 

 

 

 

 

 

 

 

Dia Internacional dos Museus 2016
"A Encomenda"
Projeção de curta-metragem e entrevista a Raúl Hestnes Ferreira
Conversa com Luís Urbano, Manuel Graça Dias e Patrícia Miguel
Casa-Atelier José Marques da Silva | 18 de maio | 21:30

 

 

"A Encomenda", curta-metragem de Manuel Graça Dias, dá a conhecer a pequena casa de fim-de-semana desenhada e construída por Raúl Hestnes Ferreira em Albarraque, entre 1959 e 1961, para o seu pai, o poeta José Gomes Ferreira. Obra de início de carreira, surge após a estadia de dois anos na Finlândia e traduz a vontade de fazer uma nova arquitetura, onde se pressente a influência de Alvar Aalto.
 

Para assinalar a edição de 2016 do Dia Internacional dos Museus, que tem por tema “Museus e Paisagens Culturais”, a Fundação Marques da Silva propõe o revisionamento desta curta-metragem de 2013, realizada no âmbito do projeto Ruptura Silenciosa, coordenado por Luís Urbano, acompanhada da entrevista então realizada ao arquiteto Raúl Hestnes Ferreira, que nos dará a honra de estar presente. A sessão encerra com uma conversa informal entre Manuel Graça Dias, Luís Urbano e Patrícia Miguel, que, em 2012, apresentou em Espoo, na Finlândia, a conferência “Tempo Escandinavo, a viagem do Arquitecto Raúl Hestnes Ferreira no pós-guerra à Finlândia”..
 

A influência da arquitetura de Alvar Aalto, foi particularmente sentida na arquitetura portuguesa do pós-guerra, num interesse partilhado por diferentes gerações de arquitetos, de Fernando Távora a Siza Vieira. A viagem de Hestnes Ferreira à Escandinávia, a sua passagem pela Finlândia e a experiência direta da arquitetura de Alvar Aalto que ela proporciona, adquire um significado especial ao concretizar-se nesse momento crucial de procura de novas fontes de inspiração e modelos operativos, que obras como a Casa de Albarraque refletem de forma paradigmática.
 

Esta iniciativa da Fundação Marques da Silva surge no ano em que passam 40 anos sobre o falecimento de Alvar Aalto.

Entrada livre, sujeita à lotação do espaço
 

Download Cartaz FIMS
Downoad Cartaz CMP

Ver síntese e álbum fotográfico

Consultar programação DIM no Porto
 

 

 

 

 

 

 

Esquissos de viagem, Fernando Távora
Um Objeto e seus Discursos
9 de abril | 18:00 | Casa-Atelier José Marques da Silva
 

Com Sergio Fernandez e Nuno Sousa
Moderação de Fátima Marinho
 


Fernando Távora, Capela do Bom Jesus de Valverde, Évora, 1993

 

O Objeto em destaque nesta sessão é um esquisso de Fernando Távora do interior da Capela do Bom Jesus de Valverde, em Évora, realizado durante uma viagem de estudo com alunos do primeiro ano do curso de Arquitetura, em julho de 1993. Oferecido ao Arquiteto Sergio Fernandez, que então o acompanhava, capta de uma forma única o ambiente e a configuração da pequena igreja, integrada num edifício conventual construído entre 1550 e 1560. Neste desenho, Fernando Távora alia rigor e poesia, traços característicos do seu processo de representação e apreensão da realidade. Um testemunho onde se cruzam estória e história e que se converte em ponto de partida para uma conversa sobre o conjunto de desenhos produzidos por este arquiteto em contexto de viagem, sobre a utilização do desenho enquanto expressão mediadora entre o autor, a realidade e os outros, enquanto meio de perpetuar e proporcionar outras viagens, sobre os múltiplos significados e dimensões que este, sendo constante e transversal na vida de Fernando Távora, pode assumir.


Em 2011, a Fundação Instituto Arquitecto José Marques da Silva acolheu o acervo profissional de Fernando Távora, um nome incontornável da Arquitetura Portuguesa, onde, para além do arquivo profissional e da sua biblioteca de Arquitetura e de História da Arte e da Cultura, constam registos da prática docente e das muitas viagens por si realizadas. O desenho, enquanto expressão da sua mundivisão, atravessa todos estes domínios e, como o próprio refere, em notas para uma entrevista em 2002, “independentemente da qualidade, têm valor, pois eles despertaram alguma coisa em nós. Houve um motivo para serem desenhados, por isso bons ou maus devemos guardá-los”.
 

Entrada livre, sujeita à lotação do espaço.

 

Ler texto de Sergio Fernandez

Ver album e síntese da sessão

Webflyer: download

Mais informações sobre o ciclo:http://www.umobjetoeseusdiscursos.com/

 

 

 

 

 

Lançamento do Mapa de Arquitectura Fernando Távora

 

"Na esteia da modernidade, à obra construída, Fernando Távora confia a plena possibilidade de voz da sua lição à atenção do tempo, dos homens: “olhar, observar, ver, imaginar, inventar, criar”.” (Manuel Mendes)

A Secção Regional do Norte da Ordem dos Arquitectos – OASRN, a Câmara Municipal do Porto e a Fundação Marques da Silva, promoveram, no dia 14 de Março de 2016, 2ª feira, às 18h30, na Casa-Atelier José Marques da Silva, o lançamento do Mapa Fernando Távora. Esta iniciativa contou com a presença dos arquitectos Carlos Martins, ex-colaborador de Fernando Távora, e Jorge Figueira, crítico e Professor, com vários textos publicados sobre o trabalho de Fernando Távora.

O Mapa Fernando Távora, com texto de apresentação de Manuel Mendes, assinala um conjunto de 48 obras do arquitecto localizadas na zona Norte do país, construídas no período compreendido entre 1952 e 2004. Editado em português/inglês e espanhol/francês, com uma tiragem de 4.000 exemplares.
 

A sessão de lançamento do Mapa de Arquitectura Fernando Távora decorreu numa sala repleta: sinal da pertinência e utilidade deste Mapa, testemunho que, como Jorge Figueira fez questão de realçar, mostra como Fernando Távora continua a ser uma presença viva na cidade.

O roteiro fica agora ao alcance de todos para que se constitua instrumento de (re)descoberta da obra  e dos lugares nele assinalados, cabendo a cada um a forma de o moldar e tornar seu. Trata-se de uma listagem parcial da arquitetura de Fernando Távora, mas que procura ser didática e reveladora da personalidade e do trabalho profissional por ele desenvolvido. As coordenadas para o seu entendimento foram expostas por Jorge Figueira, que destacou as opções estruturais dos edifícios, a importância do tempo e do contexto que os enquadra, o esforço de síntese entre o tradicional e o moderno, o ‘desassombro’ nas intervenções no património. Carlos Martins, antigo colaborador, concluiu a sessão com a partilha de uma leitura cúmplice do projeto de reabilitação da Casa dos 24, uma obra de maior significado por representar uma ideia de memória da cidade, por marcar a solidificação dos princípios e métodos de intervenção de Fernando Távora, um homem que atento ao lugar e à história, sempre procurou estar no seu tempo.

Os mapas encontram-se disponíveis na secretaria da OASRN, na FIMS e nos postos de Turismo da cidade do Porto, tendo sido disponibilizada uma versão em formato digital para consulta online.

Mapa de arquitetura em suporte digital: [Pt/Eng] - [Fr/Esp]

 

Aceder ao álbum fotográfico
Download cartaz 

 

Dados sobre a Edição
Edição: Câmara Municipal do Porto, Secção Regional do Norte da Ordem dos Arquitectos – OASRN, em parceria com a Fundação Marques da Silva
Coordenação Editorial: OASRN
Conteúdos, fotografias: Fundação Marques da Silva
Texto: Manuel Mendes
Tradutores: John Elliott, Gill Stoker, Alberte Perez, Michele Lagorsse
Créditos fotográficos: Ivana Barbarito, Inês de D’Orey, José Manuel, Luís Ferreira Alves,
Pedro Lobo, Rui Morais de Sousa
Design Gráfico: Incomun
Impressão: Lusoimpress, S.A.

 

 

 

 

 

No Centenário da Avenida da Cidade: "Primeira Pedra"
Átrio da Câmara Municipal do Porto
1 de fevereiro de 2016 | 19:00

 


1889, Carlos de Pezerat, Projeto de embelezamento da cidade do Porto para servir de edificação dos novos Paços do Concelho. © CMP.

 

Celebra-se este ano, a 1 de Fevereiro, o centenário do lançamento da obra da Avenida dos Aliados no Porto (Avenida das Nações Aliadas). Esteve presente o então Presidente da República Bernardino Machado e foi desmontada a “primeira pedra” do cunhal sudeste do palacete barroco da Praça da Liberdade (Praça de D. Pedro). A antiga casa Monteiro Moreira, desde 1752 Tribunal da Relação, passara a acolher a Câmara em 1819, aí tendo sido colocada a estátua “Porto” a encimar o tímpano do edifício. A remoção da “primeira pedra”, em 1916, decorrida ao som da Portuguesa, entre girândolas de foguetes e vivas à jovem República e ao Presidente, é o acto simbólico das demolições e expropriações que então se iniciavam para abrir o novo Boulevard e consolidar o centro cívico da cidade.

A Fundação Marques da Silva e a Câmara Municipal vão assinalar a data com uma sessão no átrio dos Paços do Concelho, que terá lugar no próximo dia 1 de fevereiro, às 19H00. Serão apresentados alguns materiais alusivos ao acontecimento, com intervenções de Domingos Tavares e Gaspar Martins Pereira sobre a temática da formação do Centro Cívico do Porto. Na altura, José Eduardo Silva lerá alguns textos publicados na imprensa de então.

Trata-se de um momento zero, a anteceder o anúncio de um conjunto de iniciativas, a decorrer entre Março e Setembro deste ano, que prevê evocar esse momento de revigoração urbana do Porto e resgatar as memórias de um longo e complexo processo, onde múltiplos personagens representaram um papel determinante para a sua definição e concretização.
 

Entrada livre
 

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Resumo da sessão de 1 de fevereiro:
O levantamento da primeira pedra para demolição do palacete Monteiro Moreira, que entre 1819 e 1916 acolheu a Câmara do Porto, foi ontem evocado perante a numerosa assembleia reunida no átrio dos atuais Paços do Concelho. Gaspar Martins Pereira e Domingos Tavares convergiram na leitura deste momento histórico da cidade quando assinalaram que o processo simbolicamente iniciado com a remoção desta pedra, ou seja, a abertura da Avenida e a implantação do novo edifício no seu topo, representou mais uma forma de expressão da vontade e ambição republicanas de afirmação, sendo de sublinhar a capacidade empreendedora da Vereação presidida por Eduardo Santos Silva, na altura em funções, pioneira em múltiplos domínios de ação.

O consolidar da construção de um espaço nobre para o Município veio, por sua vez, fixar a ideia coletiva de uma nova centralidade, uma conceção que se vinha instalando com a progressiva “subida” do espaço onde se desenrolava o sentido cívico da cidade. A marcação do novo centro percorreu um longo caminho, marcado por debates travados em torno dos vários planos propostos e com o envolvimento de vários personagens determinantes para a tomada das grandes decisões, cujo impacto se viria a estender aos limites da própria cidade.

Desconstruir este processo e refletir sobre o papel do desenho urbano na formação de uma identidade cívica, para repensar a cidade de hoje é agora o desafio seguinte. Manuel Correia Fernandes, Vereador do Urbanismo da CMP, e Maria de Fátima Marinho, Presidente da Fundação Marques da Silva, representantes das entidades organizadoras desta iniciativa, anunciaram o esforço conjunto para definição de um programa comissariado por Domingos Tavares que, ao longo dos próximos meses, lançará novos espaços e formas de reflexão sobre as questões colocadas.

 

 

 

 

 

 

José Carlos Loureiro, Arquitecto
Homenagem 90 anos: mesa redonda e exposição
2 de Dezembro | Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto


 

Por ocasião dos 90 anos do arquitecto José Carlos Loureiro, a Fundação Marques da Silva (FIMS), entidade à qual doou o seu acervo profissional, e a Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (FAUP), lugar de formação e de prática pedagógica, reuniram-se com o propósito de homenagear um dos decanos da arquitectura portuguesa. Alexandre Alves Costa é o comissário do programa de homenagem, a ter lugar no dia 2 de Dezembro, na Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto.

Às 18h00, no Auditório Fernando Távora, realiza-se uma mesa redonda, moderada pelo comissário, Alexandre Alves Costa, com intervenções de Álvaro Siza, Ana Tostões e Nuno Brandão Costa. Seguir-se-á, pelas 19h30, na Galeria da FAUP, a abertura da exposição, um espaço evocatório projetado por Luís Pinheiro Loureiro e Nuno Brandão Costa, que apresenta três obras singulares de José Carlos Loureiro: a moradia do arquitecto (1949/50), o Edifício Parnaso (1955) e a Torre Hotel D. Henrique (1966). A exposição manter-se-á patente ao público até finais de Janeiro de 2016, podendo ser visitada de segunda a sexta, ente as 9:00 e as 19:00.

Esta iniciativa contempla ainda o lançamento de uma brochura com introdução de Alexandre Alves Costa, textos de Carlos Machado, Jorge Figueira e Nuno Grande, relativos a cada um dos projectos sinalizados e produção gráfica da A.MAG.

As entidades organizadoras contaram com o apoio institucional da Câmara Municipal do Porto e da Secção Regional Norte da Ordem dos Arquitectos, e o patrocínio da OTIMAH!.


Entrada livre, sujeita à lotação do espaço.

 

Consultar álbum fotográfico, com síntese da homenagem

Aceder à carta do Presidente da CMP, Dr. Rui Moreira, lida na sessão inaugural

Ver vídeo TVU. com testemunhos de José Carlos Loureiro, Alexandre Alves Costa e Carlos Guimarães

Ver vídeo da sessão de homenagem

Ver entrevista de Alexandre Alves Costa e Luís Urbano

 

 

 

 

 

Arquivo Digital FIMS | Sessão de apresentação pública
13 de outubro | 18:00 | Casa-Atelier José Marques da Silva

 

 

A Fundação Marques da Silva, em parceria com a Reitoria da Universidade do Porto, tem vindo a desenvolver uma nova base de dados, inserida na plataforma AtoM, para apresentação do Arquivo Digital FIMS.  Trata-se de um instrumento para consulta e pesquisa que permitirá divulgar, em larga escala, informação relativa aos acervos que a instituição acolhe e cuja temática dominante é a Arquitetura. O novo suporte digital responde e reflete o modelo sistémico ou SIAP (Sistema de Informação Ativa e Permanente) que tem vindo a ser aplicado ao tratamento dos vários suportes documentais representados na FIMS, viabilizando a interconexão entre informação arquivística, bibliográfica e museológica. O processo de inserção de conteúdos - em curso - já conta com seis acervos sinalizados, sendo de sublinhar o contributo da Fundação Calouste Gulbenkian através do financiamento concedido a vários projetos de digitalização documental ao longo dos últimos anos.

 

No próximo dia 13 de outubro, o trabalho realizado será publicamente apresentado na Casa-Atelier recentemente reabilitada. A sessão terá como oradores Fernanda Ribeiro, membro do CA da Fundação Marques da Silva, José João Almeida, do Departamento Informático da Universidade do Minho, e as equipas técnicas que colaboraram na construção da base de dados. A abertura, às 18h00, está a cargo da Presidente do Conselho de Administração da Fundação Marques da Silva, Professora Maria de Fátima Marinho. A entrada é livre, estando sujeita apenas à lotação do espaço. No final, será servido um Porto de Honra.

 

Consultar programa

Descarregar Cartaz

Consultar a plataforma AtoM da FIMS
 

Ver album fotográfico

 

 

 

 

 

 "Casa-Atelier José Marques da Silva: recomeçar na continuidade"
Conclusão da obra de reabilitação e abertura ao público | 26 e 27 de setembro
Jornadas Europeias do Património 2015

 

A conclusão da obra de reabilitação da Casa-Atelier de José Marques da Silva, uma das duas casas da Praça do Marquês do Pombal e sede da Fundação Marques da Silva, sinaliza o alcançar de uma etapa da maior importância para esta instituição: foi casa de habitação e atelier de José Marques da Silva; suportou silêncios e abandonos que não a impediram, contudo, de ser o primeiro e simbólico local de operações da então embrionária Fundação; prepara-se agora para responder a novas funções. A Casa-Atelier, renovada e reconvertida, continuará a assumir a domesticidade de origem, mas vai oferecer novas possibilidades de utilização e reforçar o seu valor estratégico, concretizando uma ampliação espacial fulcral para o cumprimento da missão traçada para a Fundação Marques da Silva.

 

Em setembro, no âmbito da edição de 2015 das Jornadas Europeias do Património, a Fundação vai abrir as portas da Casa-Atelier e partilhar este momento de celebração, num convite dirigido a todos aqueles que estiverem interessados na sua (re)descoberta.  Serão dois dias, entre as 16h00 e as 20h00, preenchidos por iniciativas várias, de entrada livre, apenas sujeita à lotação dos espaços:

 

26 de setembro

Visita guiada pelos arquitetos projetistas, Alexandre Alves Costa, Sérgio Fernandez, Miguel Ribeiro*
Coreografia "Mesa", de Ana Renata Polónia
Leituras por António Durães
Momento musical por Manuela Ferrão

 

27 de setembro

Apresentação do filme "Petra Rosea", com os autores, Davi Ramalho, Jaime Magalhães Júnior, Maria Filomena Rocha, Nélson Miguel e Pedro Ribeiro de Almeida, alunos do CEAPA/FAUP, e os professores Luís Urbano e Manuel Graça Dias

Conferência de Josep Quetglas, Una pequeña casa. 1923
 

Download do Cartaz FIMS
Dowload do Programa
Download do cartaz DGPC

Ver álbum dia 26
Ver album dia 27


*Ler texto introdutório a visita guiada, lido por Alexandre Alves Costa

 

Esta iniciativa contou com o apoio da Jofebar, Sika e Licor Beirão

 

 

 

 

Projeto Petra Rosea

 

"Apesar das ruínas e da morte,
Onde sempre acabou cada ilusão,
A força dos meus sonhos é tão forte,
Que de tudo renasce a exaltação
E nunca as minhas mãos ficam vazias"

Sophia de Mello Breyner Andresen

 

Um grupo de alunos do Curso de Estudos Avançados em Projeto de Arquitectura, da FAUP, em resposta ao desafio lançado na cadeira Cinema e Arquitectura, dos professores Luís Urbano e Manuel Graça Dias, lançou o seu olhar para a Casa-Atelier de Marques da Silva e seleccionou-a como tema de trabalho. Da exposição da sua nudez arquitetónica, apenas experienciável por se encontrar em curso um processo de (re)construção, surgiu o interesse de produzir uma curta-metragem onde se procura tocar o intangível, ou seja, a intemporalidade do gesto de criação de um espaço que hoje se apresenta em fase de transformação, sede de uma Fundação, implantado na Praça do Marquês de Pombal, na cidade do Porto. Aí se convoca também a presença do autor e ser habitante, José Marques da Silva, cruzando o(s) tempo(s) da sua construção, fixando imagens de um momento único e irrepetível que o processo atual forçosamente voltará a encobrir.

 

A curta-metragem, intitulada Petra Rosea, da autoria de Davi Ramalho, Jaime Magalhães Júnior, Maria Filomena Rocha, Nélson Miguel e Pedro Ribeiro de Almeida, será projetada em 27 de setembro, durante o programa de inauguração da Casa-Atelier.
 

Ver álbum
Ver Trailer
Link facebook Petra Rosea
Ver Testemunho de Alexandre Alves Costa, recolhido pela equipa de Petra Rosea, em fevereiro de 2015

 

 

 

Intersecções. Sobre o projeto-de-arquitetura de Fernando Távora
Encontro e lançamento de livro | 10 de junho de 2015
Auditório do Centro de Astrofísica da Universidade do Porto


Quinta da Conceição, Parque Municipal e Piscina, Fernando Távora e Álvaro Siza. Foto Manuel Mendes, 2008

 

Em 2013, sob coordenação científica do Professor Manuel Mendes, a Fundação Marques da Silva, a Universidade do Porto e a Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto confluíram no propósito de evocar e comemorar a figura do Arquiteto Fernando Távora nas suas várias dimensões.

Foi então apresentado um programa plural e evolutivo, mobilizador de cumplicidades e de sinergias, criador de bases para o estudo da particularidade, originalidade e pertinência do contributo de Fernando Távora. Esta plataforma de encontro de saberes centrou-se na complementaridade das componentes científica, expositiva e de intervenção formativa e cultural, cabendo à vertente editorial a função de catalisador do processo de reflexão e questionamento desenhado ao longo das várias acções realizadas, estendendo-o no tempo e fixando-o na colecção Fernando Távora, "minha casa", cujo quinto fascículo "Sobre o projeto-de-arquitetura de Fernando Távora" vai ser lançado no próximo dia 10 de Junho.

O projeto de lançamento deste livro proporcionou o contexto e a circunstância para a realização de um Encontro - Intersecções - congregador das comunicações de José Bernardo Távora, Luis Martínez Santa-María e Bruno Marchand e um espaço de debate a contar com os contributos de todos os autores envolvidos na publicação.
 

Programa

Manhã
10h00: abertura da sessão
10h20: lançamento do livro, por Manuel Mendes
10h45: El alumno, el profesor, el maestro, por Luis Martínez Santa-Maria (ETSAM)

Tarde
15h00: Álvaro Siza e Robert Venturi nos anos 70: a influência do “incluir tudo”, por Bruno Marchand (EPFL)
16h00: Debate, moderado por Manuel Mendes e com o contributo dos autores
 

A participação nesta iniciativa esteve apenas dependente de uma inscrição prévia, limitada à lotação do espaço.

 

Consultar sinopse e nota biográfica de Luis Martínez Santa-María
Consultar texto da comunicação de Luis Martínez Santa-María
Consultar registo áudio de "Sólo hay uma puerta, no una respuesta"


Consultar sinopse e nota biográfica de Bruno Marchand
Consultar registo áudio de "Álvaro Siza e Robert Venturi nos anos 70: a influência do "Incluir tudo"

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O lugar de S. Bento: o Convento, a(s) Irmandade(s), a Estação
Mesa Redonda | 12 de maio | Palacete Lopes Martins

 

 

Em 1893, a Irmandade de São Bento da Avé Maria do Porto apresenta a Bernardino Machado um manifesto em defesa da conservação da Igreja de S. Bento e submete à consideração do então Ministro das Obras Públicas a aprovação de um projeto alternativo para a Estação Central do Porto. O projeto, não assinado, mas da provável autoria do engº Alberto Álvares Ribeiro, permitiria não somente poupar a magestosa Igreja, sachristia e casa das escholas de S. Bento, como, no entender da Irmandade suplicante, proteger os interesses da Nação e da cidade.

O valioso conjunto de documentos formado pela exposição ao Ministro, foto de época, memória justificativa e peças desenhadas do projeto foi generosamente disponibilizado à Fundação Marques da Silva, por parte dos herdeiros de Alberto Ribeiro de Meireles, filho do engº Alberto Álvares Ribeiro, para reprodução e incorporação no arquivo digital da instituição, estando prevista a assinatura do Termo de Responsabilidade que firma o acesso dos investigadores ao seu conteúdo para o próximo dia 12 de maio.

A ocasião e a relevância da documentação em causa tornou-se pretexto e oportunidade para a proposta de realização de uma mesa redonda que conta, como oradores, com os Professores António Cardoso, José Miguel Rodrigues, Luís Amaral e o representante da família Meireles, Dr. Rodrigo Meireles. Foram ainda dirigidos convites a várias personalidades com o objetivo de promover uma conversa alargada a todos os presentes.

Com  esta iniciativa pretende-se não só divulgar novos dados sobre a temática da construção da Estação Central de Caminhos de Ferro no Porto, em finais do século XIX, como também refletir, cruzando diferentes perspectivas, sobre os contextos que enquadraram o ‘redesenhar’ da cidade decorrente da construção do projeto assinado por José Marques da Silva.

Data: 12 de maio
Hora: 18h00
Local: Palacete Lopes Martins

Alberto Álvares Ribeiro: Nota Biográfica e comentário, por Rodrigo Meireles

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Centenário do nascimento da Arquiteta Maria José Marques da Silva: Mesa-redonda, percurso expositivo e visitas guiadas
Jornadas Europeias do Património 2014

 

O centenário do nascimento de Maria José Marques da Silva constituiu a base da programação da Fundação Marques da Silva para as Jornadas Europeias do Património 2014.

Entre 26 e 27 de setembro foi possível visitar a Casa-Atelier de Marques da Silva, seguindo o olhar do Professor Alexandre Alves Costa e respondendo aos desafios de encontrar novas interpretações para o espaço; percorrer o Palacete Lopes Martins e descobrir câmaras e álbuns fotográficos de época, bem como conhecer a fotobiografia e algumas das peças desenhadas pela arquiteta Maria José Marques da Silva; assistir às intervenções da Doutora Maria do Carmo Pires, do Pintor Joaquim Vieira e da Professora Fernanda Ribeiro sobre a figura desta arquiteta e sobre a fotografia enquanto experiência de registo de memória; e, finalmente, regressar a uma das obras de arquitetura de referência do atelier Maria José e David Moreira da Silva, visitando o Palácio de Comércio, edifício a redescobrir pela sua capacidade de surpreender, pelo seu valor construtivo e identitário, que o distanciamento dos anos tem vindo a tornar cada vez mais visível.

O percurso expositivo permanecerá acessível ao público até ao final do mês de outubro.

Fotobiografia e Cronologia de obras de Maria José Marques da Silva
Desdobrável de acompanhamento ao percurso expositivo
Desdobrável da visita à Casa-Atelier
Desdobrável da visita ao Palácio do Comércio

 

 

 

Apresentação das Maquetas do atelier Fernando Távora: entre a representação e o objeto
Projeção do vídeo "fragmentos de um percurso"
18 de maio  | Palacete Lopes Martins

 

 

No âmbito do Dia Internacional dos Museus, a Fundação Marques da Silva deu a conhecer o conjunto de maquetes pertencentes ao espólio Fernando Távora e projetou um vídeo inédito, “Fragmentos de um ‘percurso’", produzido a partir de filmagens de Vítor Bilhete, realizadas durante uma visita guiada por Fernando Távora à exposição “Percurso”, no CCB, em 1993.

Cerca de 80 maquetas relativas a trinta e oito projetos, reunidas fundamentalmente a partir da década de 90 e atualmente em fase de tratamento técnico, foram apresentadas durante uma sessão conduzida pelos arquitetos João Miguel Couto Duarte e Fernando Barroso. Após um breve enquadramento sobre o significado, função e presença da maqueta de/em arquitetura, foi possível observar e constatar a riqueza de um conjunto onde sobressai a diversidade tipológica e de propósitos de elaboração das maquetas que o constituem, bem como as possibilidades de estudo que oferece, enquanto dimensão e reflexo da prática projetual de Fernando Távora.

A projeção do vídeo, a finalizar a sessão, permitiu trazer vida à maqueta exibida, confrontando o olhar sobre o cenário imaginado e projetado, com o olhar sobre um espaço pleno de vida, preenchido pela voz, pelas palavras e pela presença de Fernando Távora. O momento adquiriu um particular significado, pois a projeção assinala também o início de um projeto a desenvolver em parceria com a TVU e que tem como objetivo recuperar e tratar editorialmente, de uma forma sistemática, criteriosa e continuada, registos videográficos do arquivo pessoal de Vítor Bilhete. O seu genuíno interesse por matérias de arquitetura levou-o a recolher, entre 1990 e 2010, um conjunto de testemunhos, discursos e circunstâncias, que fixando o tempo real da sua produção, adquirem uma relevância e dimensão documental com um carácter único. O presente projeto, apenas possível com a colaboração e generosidade de Vítor Bilhete, pretende fixar essa memória, criando condições para a sua preservação e divulgação futuras.  
 

Desdobrável

 

 

Figura Eminente U. Porto - 2013: Fernando Távora

 

No âmbito da iniciativa anual “Figura Eminente U. Porto”, a Reitoria da Universidade do Porto, a Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto e a Fundação Instituto Arquitecto José Marques da Silva convergiram na iniciativa de homenagear Fernando Távora no ano de 2013, presente a dimensão da pessoa, do cidadão, do arquiteto, do professor, e a circunstância dos noventa anos sobre a data do seu nascimento. 

Evocando a figura nas suas várias dimensões, é objetivo da iniciativa a promoção científica, cultural e formativa da sua obra enquanto conhecimento, património arquitetónico, artístico, disciplinar e documental.
Evocando a figura nas suas várias dimensões, é objetivo da iniciativa assumir-se como circunstância e contribuição para instalação de uma plataforma de encontro plural, hospitaleira, evolutiva que promova a visita, o estudo, a investigação sobre a particularidade, a originalidade e a pertinência do contributo de Fernando Távora na heterogeneidade da modernidade.
Evocando a figura nas suas várias dimensões, é objetivo da iniciativa fazer-se em espaço de comemoração, de projeto, de educação, de participação, convidando e mobilizando à comunidade de energias, de cumplicidades de estudo, de saberes, no desenvolvimento, realização e problematização de ações desenhadas no seu programa.

Na perspectiva, esboçou-se como gesto de atenção e de reunião o ciclo de atividades
 “ Fernando Távora, ‘minha casa’
  ‘Da Organização do Espaço’ – ‘Para a Harmonia do nosso Espaço’ . ‘Da Harmonia do Espaço Contemporâneo’ “

O programa para “Figura Eminente da U. Porto  – 2013: Fernando Távora”, a evoluir entre Maio e Dezembro, mas com maior incidência no segundo semestre, inicia-se a 23 de Maio, e seguirá o alinhamento:

_23 de Maio de 2013 _ 21.30 horas
Sessão Abertura
Salão nobre da Reitoria da Universidade do Porto, praça de Gomes Teixeira (aos Leões)

_24 de Maio de 2013 _ 14.30 horas
Encontro de Investigadores
Sala do Fundo Antigo, edifício da Reitoria da U. Porto, praça de Gomes Teixeira (aos Leões)

_04 de Junho de 2013 _ 18.30 horas
Inauguração de “ Fernando Távora ‘Uma porta pode ser um romance’ ”,
apresentação-instalação sobre o arquivo documental de Fernando Távora
Edifícios da Fundação Instituto Arquitecto José Marques da Silva, praça do Marquês de Pombal nº 30

_06 de Junho de 2013 _ 18.30 horas
Ciclo “ ‘os meus livros’, Fernando Távora – dos livros, das leituras, da coleção ”
Sessão 1: "Eupalinos, Paul Valéry", por Vitor Silva
Biblioteca da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto

 

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Mais informações em: http://figuraeminente.up.pt/2013/

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