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Conferências Marques da Silva 2014 | Arquitectura. A Praça da Autonomia
Memória
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J. Marques da Silva. Arquitecto 1869-1947
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Conferências Marques da Silva 2014 | Arquitectura. A Praça da Autonomia
Arquitectura. A Praça da Autonomia, Pedagogia, Epistemologia, Pensamento Crítico
José António Bandeirinha

Editora: Fundação Instituto Arquitecto José Marques da Silva
Encadernação: Brochado
Nº de edição: 1ª edição
Ano de edição: 2016
Dimensões: 280x210mm
Nº de páginas: 38
ISBN: 978-989-97966-9-0
Preço: 10,00 euros

 

"Na contemporaneidade, as bases da autonomia da Arquitectura não se perfilam de modo sistemático, progressivo, não se equivalem em escala e são, por isso, de difícil comensurabilidade. Para além disso, também não se enquadram em jogos de equivalência harmónica, são urdidas em tecido espesso, embora de malha irregular e de acordo com padrões muito díspares, construídos ao longo do tempo em circunstâncias históricas igualmente diversificadas."


Neste livro propõe-se uma reflexão sobre a autonomia da Arquitectura. Embora a incidência dessa reflexão seja sobre o momento presente, convocar-se-ão, essencialmente, argumentos de ordem histórica, que possam ajudar a perspectivar as bases, mais ou menos profundas, da circunstância contemporânea.Tal como numa cidade, essas bases sobre as quais assenta a ideia contemporânea de autonomia cruzam-se com outros tecidos, com outras áreas do saber, mais ou menos convergentes, mais ou menos distantes. Por essa razão, é a própria metáfora da cidade a ser usada como recurso para enquadrar essa complexa textura de contribuições para o entendimento da autonomia da Arquitectura, na actualidade.

 

Lançamento: 

9 de março de 2017, 18:00, Círculo de Artes Plásticas de Coimbra - Sereia
15 de março de 2017, 18:00, Casa-Atelier José Marques da Silva - Porto


Apresentação: Jorge Figueira


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Memória
Alfredo Matos Ferreira

Editora: Fundação Instituto Arquitecto José Marques da Silva; Edições Afrontamento; Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto
Encadernação: Brochado
Nº de edição: 1ª edição
Ano de edição: 2017
Dimensões: 240x290mm
Nº de páginas: 398
ISBN: 978-972-36-1541-8
Preço: 55,00 euros

 

“Memória” revela a revisitação crítica do percurso de uma vida e permite descobrir, entre escritos e imagens, facetas, por vezes inéditas, da experiência projetual de Alfredo Matos Ferreira.
 

Ao longo dos últimos anos, Alfredo Matos Ferreira foi reunindo memória(s) do seu trabalho profissional, movido pela curiosidade de revisitar o que tinha produzido, e assim foi organizando o conjunto de projectos que elaborou ao longo de mais de cinquenta anos. Admitiu que, por um lado, poderia facilitar comparações e enquadramentos redesenhando-os com um mesmo grafismo e que, por outro lado, um pequeno texto permitiria revisitar o processo do projecto, da obra, sintetizando os passos essenciais, os ensinamentos adquiridos, os vários intervenientes.

Mais tarde surgiu a ideia de uma possível publicação que associa, para além dos textos memória da autoria do próprio Matos Ferreira, textos de apresentação de Álvaro Siza, Sérgio Fernandez, Vítor Oliveira e do coordenador do projeto Manuel Mendes, coordenador do projeto editorial a lançar pela Fundação Marques da Silva, no âmbito do programa Terra d´Alva, em parceria com as edições Afrontamento e a Faculdade de Arquitectura da U. Porto. O livro "Memória" contou com o apoio da empresa de turismo rural Terra d´Alva, do Município de Torre de Moncorvo e de Manuel Mendes.


Lançamento: 13 de fevereiro, Casa-Atelier José Marques da Silva
Apresentação: Maria José Casanova, Ana Vaz Milheiro, André Tavares e Manuel Mendes

 

Outras sessões de apresentação: Apresentação do livro em Urros (24.08.2017)


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Conferências Marques da Silva, 2015 | Casas Ermas
Casas Ermas: A Arquitetura dos irmãos Rebelo de Andrade e os discursos do Moderno
Luís Soares Carneiro

Editora: Fundação Instituto Arquitecto José Marques da Silva
Encadernação: Brochado
Nº de edição: 1ª edição
Ano de edição: 2016
Dimensões: 280x210mm
Nº de páginas: 88
ISBN: 978-989-97966-8-3
Preço: 15,00 euros

 

“Casas Ermas. A arquitetura dos irmãos Rebelo de Andrade e os discursos do moderno” apresenta a obra de dois arquitetos que, embora muito ativos na primeira metade do século XX, foram depois esquecidos e apagados dos livros de arquitetura por uma historiografia parcial. As suas obras evocam uma época na qual as regras de composição, o talento artístico, o saber artesanal, e sobretudo a consciência de uma continuidade desejada com o passado, os fazia procurar uma modernidade compatível com a cultura portuguesa da época. Vivendo entre um saber apoiado num passado que acreditavam ainda válido e produtivo e a emergência revolucionária de uma modernidade cujo desajuste era notório com a realidade portuguesa, defenderam um ramo da modernidade que a história mostraria, mais tarde, improcedente. Casas Ermas, portanto.

As razões da historiografia que os esqueceu e a necessidade da sua crítica e revisão, assim como a colocação de hipóteses para uma diferente instrumentação teórica susceptível de enquadrar, de um novo modo, arquiteturas “outras”, completam a apresentação. Sem nostalgia por uma época perdida, sem espírito conservador, sem propósitos revisionistas, procura-se entender a arquitetura de um outro tempo para poder reavaliar e reconsiderar as categorias críticas e historiográficas atuais. E, por essa via, poder olhar de modo mais sábio para nós próprios.

 

Lançamento: 14 de outubro de 2014, 18:30, Casa Atelier José Marques da Silva
Apresentação: António González-Capitel


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Fernando Távora, Minha Casa | Sobre o projeto-de-arquitetura de Fernando Távora


 

Editora Fundação Instituto Arquitecto José Marques da Silva | Faculdade de Arquitectura UP | Reitoria UP
Nº edição 1ª Edição
Ano de edição 2015
Dimensões 173 x 235mm
ISBN 978-989-97966-1-4
Preço 30,00 euros
 

O fascículo 5, "Sobre o projecto-de-arquitectura de Fernando Távora", da publicação Fernando Távora, Minha Casa, retrata e organiza, segundo critérios editoriais, o resultado do Encontro de Investigadores, desenvolvido ao longo de seis sessões, e os projetos de investigação que deram origem às várias estações do projeto s, instalação-ensaio apresentada na Galeria da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, entre dezembro de 2013 e janeiro de 2014, no âmbito das componentes científica e expositiva do programa Figura Eminente U.Porto 2013: Fernando Távora.

Assente em três núcleos estruturantes - 1. do(s) projecto(s); 2. da(s) obra(s); 3. da organização do espaço: "continuidade", "irreversibilidade", "colaboração" -  o livro regista os contributos de 16 autores: Ana Cristina Pereira, Carolina Ferreira, Diana Vasconcelos, Fernando Cerqueira Barros, João Luís Marques, José Miguel Rodrigues, Juan Antonio Ortiz Orueta, Manuel Mendes, Nelson Mota, Nuno Seabra, Patrícia Miguel, Ricardo Gil Pereira, Rogério Bueno Sousa, Sílvia Cristina Ramos, Susana Lima e Susana Milão.

O lançamento desta edição constituiu a circunstância para o encontro "Intersecções . Sobre o projeto-de-arquitetura de Fernando Távora", a decorrer durante o dia 10 de junho, no auditório do Centro de Astrofisica da Universidade do Porto, onde, para além dos autores, intervieram Luis Martínez Santa-María (ETSAM) e Bruno Marchand (EPFL).
 

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Leon Battista Alberti e a arquitectura romana
Giorgio Grassi; trad. de José Miguel Rodrigues


 

Editora Fundação Instituto Arquitecto José Marques da Silva | Edições Afrontamento
Encadernação: Brochado
Nº edição 1ª Edição
Ano de edição 2015
Dimensões 240 x 270mm
Nº de páginas 196
ISBN 978-989-97966-1-5  
Preço 18,00 euros

 

Sinopse

Interessado pela arquitectura mais do que pela própria obra, e na própria obra enquanto meio para o aprofundamento e avanço da arquitectura, Alberti (1404-1472) encara o seu trabalho enquanto momento experimental de um desenho maior, um desenho que se refere à experiência da arquitetura através do tempo; o que lhe permitirá, por exemplo, distinguir o que é necessário do que é secundário no projecto e fazer determinadas escolhas, neste sentido, invulgares (ao ponto de se desinteressar por determinadas fases de projecto deixando-as para outros). Este é um traço característico da obra de Alberti arquitecto que, para além do mais, sempre lhe foi apontado, mas que não pode ser aplicado a outros, na medida em que decorre de pontos de vista e de objectivos operativos muito diferentes. Com Alberti nasce um novo tipo de arquitecto, um arquitecto-filósofo, um arquitecto-sábio e, por isso, plenamente consciente das dificuldades e das responsabilidades do seu trabalho, contudo, bem distinto dos antigos arquitectos-filósofos, dos antigos arquitectos inventores de cidades e de sistemas sociais. A Alberti interessa, sobretudo, a cidade como ela é, a cidade ao longo do tempo; e da cidade e da sua história, interessa-lhe aquilo que ainda é palpável, como a cidade antiga que chegou até ele, a cidade e a sua arquitectura, a cidade que, através dos sinais que o tempo foi deixando na sua forma, lhe permite distinguir o que é durável do que é provisório, isto é, o que é importante e, como tal, permanente, daquilo que a acção do tempo vai eliminando. Um novo tipo de arquitecto, portanto, que permaneceu, contudo, sem seguidores e, na verdade, precisamente por isso, encarado com uma certa suspeição pelos seus colegas: demasiado intelectual para ser também um bom construtor (Vasari), demasiado exigente e autoconfiante para poder fazer--se acompanhar de colaboradores ao seu nível. Acabou, porém, no final, por ser respeitado, estimado e talvez mesmo admirado pelos colegas; no entanto, permaneceu isolado por causa da sua escolha, incompreensível para os demais; um solitário e um lúcido intérprete da realidade do trabalho que para si escolheu, único entre os seus contemporâneos, único entre os já tão numerosos "artistas" daquele tempo. (G.G.)


GIORGIO GRASSI, professor de Projecto na Faculdade de Arquitectura do Politécnico de Milão desde 1977, leccionou igualmente na Faculdade de Arquitectura de Pescara, na ETS de Valência, na EPF de Lausanne e na ETH de Zurique. É Membro Honorário da BDA (Bund Deutscher Architekten) e da Internationale Bauakademie de Berlim. Pelo seu trabalho recebeu o “Prémio de arquitectura da Comunidade Valenciana” (1985), a “Medalha de Ouro Heinrich Tessenow” da Stiftung FVS de Hamburgo (1992), o “Architektur-Preis Berlin” (2003) e o “Prémio de Arquitectura Arpa Fil de Guadalajara, México” (2008). Na sua produção escrita mais recente, destacam-se: Scritti scelti 1965-1999 (Franco Angeli, 2000), Leon Battista Alberti e l’architettura romana (Franco Angeli, 2007) e Una vita da architetto (Franco Angeli, 2008). A sua obra encontra-se publicada em Giorgio Grassi opere e progetti (Electa, 2004), destacando-se, entre as realizações mais conhecidas: a casa do estudante em Chieti (1976-1979), o teatro romano de Sagunto (1985-1992), as bibliotecas de Groningen (1989-1992) e Valência (1990-1998), o complexo ABB Roland Ernst na Potsdamer Platz em Berlim (1993-2001) e, finalmente, em Itália, a nova sede da Cassa di Risparmio de Florença (2004-2008).

 

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Reportagem TVU | Artigo Jornal Público


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Fernando Távora, Minha Casa | Uma porta pode ser um romance

 

Editora Fundação Instituto Arquitecto José Marques da Silva | Faculdade de Arquitectura UP | Reitoria UP
Nº edição 1ª Edição
Ano de edição 2013
Dimensões 175 x 235mm
ISBN 978-989-97966-1-4
Preço 25,00 euros
 
Fernando Távora "Minha casa" é o título de uma publicação una no todo dos cinco fascículos que a integram, produzida no âmbito da iniciativa Figura Eminente U.Porto 2013: Fernando Távora. "Uma porta pode ser um romance" constitui o segundo fascículo da coleção e segue de perto a estrutura da instalação apresentada ao público no contexto espacial dos prédios legados pela família Marques da Silva, atual sede da Fundação Marques da Silva e local de acolhimento do arquivo documental e  acervo bibliográfico de Fernando Távora. Esta edição reúne uma diversidade de materiais organizados em: capa-caderno,com texto de Rui Jorge Garcia Ramos, "Um lugar no Porto: a casa atelier de Marques da Silva"; rosto; apresentação pelo coordenador da publicação, Manuel Mendes; I. Fernando Távora, fotobiografia, apontamento; II. Da Síntese. "O dilema da circunstância"; III. Do homem, da pessoa, da figura; IV. Saltando Fronteiras; V. (d) "o meu caso"; VI. (d)A invenção (e) da Arquitectura (Portuguesa); VII. Casa e hospitalidade; "Fernando Távora sobre o Inquérito à Arquitectura Popular em Portugal", entrevista por João Leal; capa-harmónico.

 
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O mundo ordenado e acessível das formas da Arquitectura
Tradição Clássica e Movimento Moderno na Arquitectura Portuguesa: dois exemplos
José Miguel Rodrigues

 

Editora Fundação Instituto Arquitecto José Marques da Silva | Edições Afrontamento
Encadernação Brochado
Nº edição 1ª Edição
Ano de edição 2013
Dimensões 240 x 170mm
Nº de páginas 396
ISBN 978-989-97966-2-1
Preço 20,00 €

 

 

Sinopse


Considere-se a existência de uma ideia comum – a tradição clássica – que permitindo explicar o que une determinadas arquitecturas (não necessariamente próximas no tempo e no espaço) possibilita identificar um universo de autores que partilham uma mesma ideia de arquitectura. Dêmo-nos conta que essa ideia de arquitectura – que a tradição clássica pressupõe e significa – circunscreve um conjunto de obras que a ela se ligam e que constitui o que Giorgio Grassi descreveu como o mundo ordenado e acessível das formas da arquitectura. Assim entendida enquanto ideia viva e actuante, a tradição clássica encontrava-se disponível e naturalmente aberta a novos contributos e inscrições. Procurou-se, por isso, a inscrição no interior da tradição clássica de dois arquitectos portugueses: Fernando Távora e Eduardo Souto de Moura. Perante esta escolha, poder-se-á questionar: porque não também Álvaro Siza? A resposta a esta e a outras questões – que resultam desta ausência deliberada e da estranheza aparente na associação de obras como as de Souto de Moura e Távora, mas também, de Palladio, Schinkel, Loos, Le Corbusier e Mies van der Rohe – constitui o pano de fundo que percorre a argumentação subjacente ao presente trabalho, originalmente preparado enquanto investigação académica de doutoramento. Por fim, esta tese – que se poderia também intitular a aurora do movimento moderno – procura compreender de que modo o fim do mundo formal clássico não impediu no passado recente, nem impede hoje, a continuação e o ressurgimento da ideia de tradição clássica.

 

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Conversa entre Luis Caetano e José Miguel Rodrigues, a propósito do livro [A Ronda da Noite - Antena 2 | 9.01.2014]


Fernando Távora, Minha Casa | Prólogo
Coordenação editorial: Manuel Mendes

 

Editora Fundação Instituto Arquitecto José Marques da Silva | Faculdade de Arquitectura UP | Reitoria UP
Nº edição 1ª Edição
Ano de edição 2013
Dimensões 175 x 235mm
ISBN 978-989-97966-1-4
Preço 7,00 euros

 

O objeto-livro Fernando Távora "Minha casa", concebido a partir da reunião dos vários tipos de materiais editoriais a a produzir conforme a natureza, objectivos e informação das diferentes ações que compõe o programa de homenagem da Figura Eminente U. Porto 2013: Fernando Távora, tem na publicação Prólogo, o seu primeiro fascículo. Uno na diversidade e autonomia dos conteúdos que o formam, é composto por: rosto, apresentação, "minha casa", caderno-palavra, caderno-desenho, Imigração / Emigração, prólogo e 4 separadores.
 

Vídeo de apresentação 
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O Monumento da Boavista
Escultura, Arquitetura e Espaço Urbano (1908-1952)
Lúcia Almeida Matos

 

Editora Fundação Instituto Arquitecto José Marques da Silva | Edições Afrontamento
Encadernação Brochado
Nº edição 1ª Edição
Ano de edição 2012
Dimensões 240 x 270mm
Nº de páginas 208
ISBN 978-972-99852-9-4
Preço 29,00 euros

 

O processo de concretização do monumento comemorativo da Guerra Peninsular do Porto, acompanhou a primeira metade do século XX da vida artística, social e política portuguesa, desde o momento do anúncio da decisão de o erigir, em 1908, até à sua inauguração, em 1952. Apesar de os longos processos de construção deste tipo de obra pública não constituírem uma situação rara, nenhum outro demorou tanto tempo. Estando as questões de natureza teórica e prática levantadas por essa circunstância na base deste estudo, uma dimensão muito particular lhe é acrescentada pela documentação eminentemente pessoal preservada no arquivo da Fundação Instituto Marques da Silva. Das cartas, cadernos de apontamentos, fotografias e desenhos trocados entre o jovem escultor Alves de Sousa, na época pensionista do Estado em Paris, e o arquitecto Marques da Silva, emerge o cenário complexo que contextualiza, com raro detalhe, o processo de concepção e construção do monumento. O presente estudo, da autoria de Lúcia Almeida Matos, identifica duas fases deste processo: a primeira, protagonizada pelos dois autores do projecto vencedor do concurso e a Comissão das Comemorações do Centenário da Guerra Peninsular, responsável pela gestão do projecto, e a segunda, após a morte do escultor Alves de Sousa e já com a Câmara Municipal do Porto como dono da obra, em que o arquitecto Marques da Silva desempenha papel decisivo na concretização do monumento que, no entanto, não chega a ver finalizado.

 

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Conferências Marques da Silva, 2010 | O Liceu Alexandre Herculano
O Liceu Alexandre Herculano, no Porto. História, Projecto e Transformação
Alexandre Alves Costa

 

Editora: Fundação Instituto Arquitecto José Marques da Silva

Encadernação: Brochado

Nº de edição: 1ª edição

Ano de edição: 2011

Dimensões: 280x210mm

Nº de páginas: 64

ISBN: 978-972-99852-8-37

Preço: 15,00 euros

 

A Conferência proferida pelo Arquitecto e Professor Alexandre Alves Costa tomou como caso de estudo o Liceu Alexandre Herculano, equipamento escolar projectado por Marques da Silva para a cidade do Porto, no âmbito da política de ensino republicana conducente à implantação do moderno projecto de liceu.


A questão da procura da racionalidade e os novos programas de ensino, patentes na elaboração dos projectos para os liceus, propostos por Ventura Terra e Marques da Silva, e a evolução do pensamento de Marques da Silva, do projecto académico à elaboração do projecto do Liceu Alexandre Herculano, foram alvo de uma reflexão, complementada pela apresentação do projecto de remodelação, actualmente em curso, da autoria de Alexandre Alves Costa e Sergio Fernandez. Em conclusão, e a partir de uma análise dos conceitos, práticas e limites do projecto, o edifício pré-existente acaba por afirmar-se como regra para o possível ou como fronteira para o impossível e o novo como mais-valia não ostensiva em homenagem ao Mestre.

 

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Leituras de Marques da Silva
Reexaminar a modernidade no início do século XXI: arquitectura, cidade, história, sociedade, ciência, cultura

 

Editora: Fundação Instituto Arquitecto José Marques da Silva

Encadernação: Brochado

Nº de edição: 1ª edição

Ano de edição: 2011

Dimensões: 240x270mm

Nº de páginas: 216

ISBN: 978-972-99852-7-0

Preço: 35,00 euros

 

 

Este livro aborda o conceito de modernidade no tempo presente, entendido e questionado a partir da revisitação da obra e da acção do arquitecto Marques da Silva. Coordenado por Rui Jorge Garcia Ramos, integra um conjunto significativo de autores:

Alexandre Alves Costa, Álvaro Domingues, Álvaro Ferreira da Silva, André Tavares, Antoine Picon, António Cardoso, Carlos Sambricio, Eliseu Gonçalves, Francisco Barata Fernandes, Gonçalo Canto Moniz, José Bártolo, José Miguel Rodrigues, Luís Santiago Baptista, Luís Soares Carneiro, Mansilla & Tuñón Arquitectos, Marieta Dá Mesquita, Mário João Mesquita, Murillo Marx, Nuno Grande, Pedro Bandeira, Raquel Henriques da Silva, Rui Jorge Garcia Ramos e Virgílio Borges Pereira.
 

“Num momento em que incertezas de ordem económica e social mundial parecem desintegrar os nossos modos de vida, o livro apresenta 23 textos, cujo fio condutor parte justamente de uma consciência problemática do presente.
Da diversidade de temas e formas os textos descrevem no tempo, no conjunto das suas narrativas, um movimento em arco. Com origem na abertura do século XX e na obra do arquitecto Marques da Silva, atingem uma preocupação comum, explícita ou implicitamente, que, ao interrogar os nossos anseios, debate o aparente caos da criação da arquitectura contemporânea. Esta trajectória permite-nos pensar na necessidade de voltar a olhar as histórias do século XX, ou seja, de regressar aos arquivos, de reorganizar leituras antigas, de revisitar edifícios que, embora conhecidos de todos de quando passamos pelas ruas, são hoje fonte de interrogações mais do que certezas”. (Rui J. G. Ramos, in  “Prefácio”)

 

 Consultar Índice

 

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Conferência Arquitecto Marques da Silva, 2009 | Documentos e Arquivos de Arquitectura
Documentos e Arquivos de Arquitectura: Princípios, estratégias, metodologias e instrumentos de gestão
João Vieira

 

Editora: Fundação Instituto Arquitecto José Marques da Silva

Encadernação: Brochado

Nº de edição: 1ª edição

Ano de edição: 2010

Dimensões: 280x210mm

Nº de páginas: 64

ISBN: 978-972-99852-6-3

Preço: 15,00 euros

 

Esta publicação contém o texto da conferência proferida a 30 de Outubro de 2009, no Auditório Fernando Távora da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, no âmbito do ciclo anual de Conferências Arquitecto José Marques da Silva, cuja temática incidiu sobre os arquivos de arquitectura; as distinções e semelhanças relativamente a outras tipologias de documentos e arquivos; as expectativase potencialidades da sua utilização por parte não só das respectivas entidades produtoras, como tambem das comunidades científica e dos cidadãos em geral; a salvaguarda e a valorização organizacional e social dos documentos e arquivos de arquitectura e a arquitectura e a importância da cooperação e do networking. A publicação inclui ainda um importante núcleo de fotografias pertencentes ao SIPA, um dos mais relevantes sistemas de informação e documentação arquitectónica, urbanistica e paisagística desenvolvidos pelo Estado português, aqui apresentado pelo seu actual director, João Vieira.

 

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Em Granito. A arquitectura da Marques da Silva em Guimarães
Build it in stone. The architecture of Marques da Silva in Guimarães
André Tavares

 

Editora Fundação Instituto Arquitecto José Marques da Silva
Encadernação Brochado
Nº edição 1ª Edição
Ano de edição 2010
Dimensões 240 x 270mm
Nº de páginas 116
ISBN 978-972-99852-2-6
Preço 29,00 euros


Marques da Silva (1869-1947) concluiu os seus estudos na École des Beaux-Arts de Paris em 1896, ano em que regressou ao Porto para iniciar uma prática profissional que marcou a forma da cidade no início do século XX. Em Guimarães projectou vários edifícios emblemáticos da cidade, desde a Sociedade Martins Sarmento ao Santuário da Penha, passando pelo Mercado Municipal e pela obra não realizada dos Paços do Concelho. Num momento de mudança das práticas construtivas e dos enunciados teóricos da arquitectura, Marques da Silva defendeu um modo muito próprio de entender a construção da cidade, dando-lhe expressão particular nos edifícios que projectou e construiu em Guimarães. Nessa prática de projecto produziu muitos desenhos, registos que escondem e revelam ansiedades e esperanças sobre o crescimento da cidade. Este livro apresenta esses documentos, procurando desvendar-lhes sentidos possíveis para compreender a acção da arquitectura nas redes de ligações políticas e afectivas em que a arquitectura se viu envolvida.

 

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A Estranheza da Estípite. Marques da Silva e o(s) Teatro(s) de S. João
The strangeness of the Estipite. Marques da Silva and the S. João Theatre(s)
Luís Soares Carneiro

 

 

Editora Fundação Instituto Arquitecto José Marques da Silva

Encadernação Brochado

Nº edição 1ª Edição

Ano de edição 2010
Dimensões 240 x 270mm

Nº de páginas 172

ISBN 978-972-99852-2-5

Preço 29,00 euros

 

 

Este livro parte de um aparente paradoxo: a constatação da insólita presença de estípites, peças de decoração arquitectónica amplamente utilizadas em Portugal durante a segunda metade do séc. XVIII para decoração de superfícies parietais, no segundo Teatro de S. João, obra inaugurada em 1920 sob projecto de Marques da Silva na evidente tradição da École des Beaux-Arts. Para identificar a simbologia e o alcance desta opção decorativa, também presente no Teatro original da autoria de Mazzoneschi, o autor percorre a história do(s) teatro(s) de S. João e estabelece uma série de nexos e interpretações por onde perpassa a percepção do discurso de cada arquitecto, a caracterização dos espaços e o entendimento do contexto portuense.

 

Texto de apresentação pela Professora Dra. Maria João Brilhante na Sessão de Lançamento

 

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Conferência Arquitecto Marques da Silva, 2008 | Arquitectos, Engenheiros, Antropólogos
Arquitectos, Engenheiros, Antropólogos:
Estudos sobre Arquitectura Popular no Século XX Português
João Leal

 

Editora Fundação Instituto Arquitecto José Marques da Silva
Encadernação Brochado
Nº edição 1ª Edição
Ano de edição 2009
Dimensões 280 x 210mm
Nº de páginas 80
ISBN 978-972-99852-3-2
Preço 15,00 euros
 

Esta publicação contém o texto da conferência proferida a 30 de Outubro de 2008, no Auditório Fernando Távora da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, no âmbito do ciclo anual de Conferências Arquitecto José Marques da Silva. Com o objectivo de analisar diferentes aproximações à arquitectura popular, versa, em particular, as visões da ruralidade prevalecentes no “Inquérito à Habitação Rural”, no “Inquérito à Arquitectura Popular em Portugal ” e nas pesquisas conduzidas pelo antropólogo Ernesto Veiga de Oliveira, expondo, entre outros tópicos, as tensões entre nacionalismo e modernismo e as discussões sobre unidade e diversidade do país no tocante à arquitectura popular.

 

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Estação de S. Bento, Marques da Silva
António Cardoso
Estação de S. Bento, Marques da Silva

Editora Instituto Arquitecto José Marques da Silva
Encadernação Brochado
Nº edição 1ª Edição
Ano de edição 2007
Dimensões 270 x 247mm
Nº de páginas 98
ISBN 978-972-99852-1-8
Preço 31,50 euros

Esta publicação de carácter monográfico reúne textos referentes à Gare Central do Porto (Estação de S. Bento) da obra O Arquitecto José Marques da Silva e a Arquitectura do Norte do País na primeira metade do Séc. XX, editada em 1997 pela Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto e da autoria de António Cardoso. Na presente monografia foi valorizado o tema da Estação de S. Bento desde a sua génese, priviligiando a qualidade das ilustrações, a documentação, o grafismo e o formato da mesma edição.

 

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Marques da Silva em Guimarães
Catálogo da exposição
Marques da Silva em Guimarães

Editora Sociedade Martins Sarmento
Encadernação Brochado
Nº edição 1ª Edição
Ano de edição 2006
Dimensões 281 x 243mm
Nº de páginas 61
ISBN 972-8078-86-2
Preço 15 euros

Catálogo da exposição realizada em 2006 na Sociedade Martins Sarmento com o objectivo de identificar e divulgar junto da comunidade local a obra do Arquitecto José Marques da Silva e dos seus continuadores na cidade de Guimarães. Esta exposição foi uma iniciativa conjunta do Instituto Arquitecto José Marques da Silva e da Sociedade Martins Sarmento e contou ainda com a colaboração da Irmandade da Penha, da Câmara Municipal de Guimarães e da Fundação de Serralves.

 

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Marques da Silva, o aluno, o professor, o arquitecto
Catálogo da Exposição
Marques da Silva, o aluno, o professor, o arquitecto

Editora Instituto Arquitecto José Marques da Silva e Faculdade
de Arquitectura da Universidade do Porto
Encadernação Brochado
Nº edição 1ª Edição
Ano de edição 2006
Dimensões 225 x 225mm
Nº de páginas 290
ISBN 972-8025-61-0
Preço 45 euros

O catálogo da exposição realizada em 2006 na Faculdade de Arquitectura do Porto procurou dar a conhecer ao público parte significativa do Processo de Trabalho em Arquitectura do arquitecto portuense privilegiando uma perspectiva didáctica e pedagógica subjacente e orientadora do trabalho de pesquisa de investigação e de montagem. Esta exposição foi uma iniciativa conjunta do Instituto Arquitecto José Marques da Silva e da Faculdade de Arquitectura do Porto. A investigação, elaboração do catálogo e montagem da exposição foi da responsabilidade do Arquitecto Mário Mesquita da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto.

 

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Marques da Silva em Barcelos
Catálogo da exposição
Marques da Silva em Barcelos

Editora Instituto Arquitecto José Marques da Silva
Encadernação Brochado
Nº edição 1ª Edição
Ano de edição 2005
Dimensões 281 x 243mm
Nº de páginas 62
ISBN 972-99852-0-0
Preço 26,50 euros

Catálogo da exposição realizada em 2005 na Biblioteca Municipal de Barcelos que pretendeu identificar e divulgar a obra do Arquitecto José Marques da Silva na mesma cidade. Esta exposição foi uma iniciativa do Instituto Arquitecto Marques da Silva em colaboração com a Câmara Municipal de Barcelos.

 

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J. Marques da Silva. Arquitecto 1869-1947
Catálogo da exposição
J. Marques da Silva. Arquitecto 1869-1947

Editora Edição patrocinada pela Família do Arquitecto J.M.S.
Encadernação Brochado
Nº edição 1ª Edição
Ano de edição 1986
Dimensões 275 x 237 mm
Nº de páginas 64
Depósito Legal 6456/85
Preço 10,50 euros

Este catálogo surgiu da primeira exposição realiza-da em 1986 na Casa do Infante, no Porto, sobre a obra do Arquitecto José Marques da Silva. A iniciativa foi promovida pela Secção Regional do Norte da Associação dos Arquitectos Portugueses e pelos Arquitectos Maria José Marques da Silva e David Moreira da Silva. A investigação e elaboração do catálogo foi da responsabilidade do Professor António Cardoso da Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP). A planificação e execução da montagem da mesma exposição ficou a cargo do Arquitecto Nuno Jennings Tasso de Sousa.

 

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Marques da Silva e a Fotografia. Imagens de uma Época.
Catálogo da exposição
Marques da Silva e a Fotografia. Imagens de uma Época.

Editora Instituto Marques da Silva e Instituto de Recursos
e Iniciativas Comuns da Universidade do Porto.
Encadernação Brochado
Nº edição 1ª Edição
Ano de edição 2005
Dimensões 240 x 302mm
Nº de páginas 77
ISBN 972-8025-31-9
Preço 26,50 euros

Catálogo da exposição realizada em 2005 na Galeria do Palácio da C.M.P. sobre o percurso do Arquitecto José Marques da Silva através de uma mostra de imagens e registos documentais do Arquivo do Instituto Arquitecto José Marques da Silva. Esta exposição foi uma iniciativa conjunta do Instituto Arquitecto José Marques da Silva e do Instituto de Recursos e Iniciativas Comuns da Universidade do Porto.

 

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